Guerra com o Irã: Pentágono revela que não há prazo para o fim do conflito

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Conflito entre EUA, Israel e Irã continua sem prazo definido para término.

O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, declarou que não existe um “prazo definitivo” para o término da guerra contra o Irã, que se intensificou nas últimas três semanas.

Em suas declarações, Hegseth enfatizou que a decisão sobre quando encerrar as operações ficará a cargo do presidente Donald Trump, que está monitorando de perto a situação. “Estamos no caminho certo”, afirmou, indicando que a estratégia atual está sendo bem-sucedida.

A guerra, que completa 20 dias, trouxe à tona novas perspectivas sobre o conflito, que Trump havia sugerido que poderia durar até cinco semanas. O presidente americano parece ansioso para declarar um fim rápido às hostilidades, aproveitando-se de uma série de avanços relatados por suas forças armadas.

Entretanto, o Irã continua a atacar bases americanas em países vizinhos e locais estratégicos para o fornecimento de petróleo, desafiando as forças dos EUA. Recentemente, Teerã alertou que qualquer intervenção de outras nações resultaria em uma “escalada” do conflito.

Em uma entrevista à NBC News, Trump afirmou que o governo iraniano estaria disposto a negociar, mas que os Estados Unidos prosseguiriam com sua ofensiva militar. Essa situação está testando a base de apoio ao trumpismo, revelando divisões entre seus apoiadores nos EUA.

Enquanto isso, em Israel, o apoio à ofensiva militar contra o Irã se mantém robusto. A população israelense vive sob constante ameaça, com alarmes de sirenes acionados mais de 60 mil vezes em resposta a ataques com mísseis e drones, resultando em mortes e feridos.

Apesar das dificuldades, a maioria da população israelense continua a apoiar a guerra, motivada pela percepção de que o regime iraniano representa uma ameaça direta à existência do país. Uma pesquisa recente revelou que 81% dos israelenses aprovam a ação militar, índice que sobe para 92,5% quando excluídos os árabes israelenses.

Além disso, cerca de 70% dos judeus israelenses acreditam que a ofensiva pode eliminar o programa nuclear iraniano e a ameaça de mísseis balísticos. A pesquisa também indicou que 61% dos entrevistados acreditam na possibilidade de derrubar o regime iraniano através da ação militar.

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