Homem de 42 anos é preso suspeito de violência sexual contra a própria filha de 13 anos em Antônio Prado

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Denúncia feita pela mãe levou à prisão; armas foram apreendidas e o caso segue sob investigação da Polícia Civil

Um homem de 42 anos foi detido na tarde de segunda-feira, 9 de fevereiro, em Linha 21 Alto, interior de , sob a suspeita de violência sexual contra sua filha de 13 anos, conforme informado pela e amplamente noticiado por veículos de comunicação da região. A prisão foi divulgada oficialmente na manhã de quarta-feira, 11/02, pelo 36º Batalhão de Polícia Militar.

Denúncia e abordagem policial

Segundo a corporação, a denúncia foi feita pela própria mãe da adolescente, de 33 anos, que relatou ter flagrado o marido em situação envolvendo a filha. Quando a guarnição chegou à residência, o suspeito já havia saído do local. A partir de informações fornecidas pelos denunciantes, os policiais localizaram o homem em uma empresa da região, onde ele havia ido para descarregar um caminhão. A abordagem foi realizada no momento em que ele retornou ao local.

Durante a revista pessoal, os agentes encontraram uma pistola municiada em posse do suspeito. Questionado, ele afirmou que estava armado porque pretendia tirar a própria vida após o ocorrido. Na residência, os policiais também apreenderam uma espingarda e uma arma de pressão, conforme constou no registro da ocorrência.

Comportamento, antecedentes e encaminhamento

De acordo com o boletim da Brigada Militar, o homem apresentou comportamento alterado durante o atendimento e chegou a resistir à prisão. Ele possui antecedentes por lesão corporal e foi conduzido até a delegacia para os procedimentos legais cabíveis.

O caso foi registrado e segue sob investigação da , que apura as circunstâncias dos fatos, inclui oitivas e providências periciais voltadas à proteção da vítima e à responsabilização criminal do autor.

Repercussão e atenção às vítimas

Casos de violência sexual contra crianças e adolescentes, especialmente quando praticados por familiares, são tipificados no ordenamento jurídico brasileiro como estupro de vulnerável, crime grave que prevê pena elevada de reclusão no Código Penal. A legislação e políticas públicas brasileiras, como o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), reforçam a necessidade de atuação integrada das forças de segurança, assistência social e órgãos de proteção à infância para acolhimento da vítima e responsabilização dos agressores.

Organizações de proteção à criança destacam que a denúncia por parte de familiares ou membros da comunidade é um fator decisivo para interromper ciclos de violência e resguardar a integridade física e psicológica das vítimas. A participação ativa da mãe, ao fazer a denúncia à polícia, foi determinante para a intervenção imediata das autoridades.

Foto: Divulgação/ BMRS

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