Polícia captura terceiro suspeito de estupro coletivo contra adolescente

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Terceiro foragido do caso de estupro coletivo se entrega à polícia no Rio de Janeiro.

Na manhã desta quarta-feira, um dos foragidos do caso de estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos se apresentou à Polícia Civil. Vitor Hugo Oliveira Simonin, de 18 anos, compareceu à delegacia acompanhado de seu advogado.

O jovem é filho de um ex-subsecretário do governo do Rio de Janeiro e está ligado ao apartamento onde ocorreu o crime, localizado em Copacabana. Imagens gravadas no local são parte do inquérito que incriminou os envolvidos.

Segundo as investigações, cinco homens participaram do crime, incluindo um menor de idade, que não pode ser preso devido à sua condição. Todos os acusados enfrentam acusações de estupro e ato infracional análogo. Recentemente, dois dos envolvidos foram levados ao sistema prisional após a prisão.

Além disso, há expectativa de que Bruno Felipe dos Santos Allegretti, outro jovem implicado, também se entregue à polícia. A delegacia está em contato com os advogados para facilitar sua apresentação.

Vitor, que é aluno do Colégio Pedro II, também é investigado por um caso anterior de estupro contra uma colega, ocorrido em outubro de 2025. Esse caso veio à tona após depoimento da mãe da vítima, revelado pelo delegado responsável pelas investigações.

A Polícia Civil informou que, ao tomarem conhecimento do caso em Copacabana, outras vítimas se sentiram motivadas a denunciar os envolvidos em crimes semelhantes, resultando na abertura de dois novos inquéritos.

O crime ocorreu quando a vítima foi convidada por um colega para ir à casa de um amigo. Ao chegar, ela foi pressionada a participar de atividades sexuais, mas ao recusar, foi trancada e sofreu a violência no quarto do apartamento.

Em uma coletiva, o delegado enfatizou a importância do respeito aos limites nas relações sexuais, destacando que a recusa deve ser sempre respeitada.

“O que deve ficar claro, principalmente para os meninos, é que não é não. Isso é fundamental. A vítima deixou claro em vários momentos que não se relacionaria com mais ninguém”, ressaltou.

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