Porto Alegre registra primeiro caso de Mpox em 2026

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Porto Alegre registra novo caso de Mpox e intensifica medidas preventivas para o Carnaval.

A Vigilância Epidemiológica de Porto Alegre confirmou um novo caso de Mpox na capital gaúcha, diagnosticado na terça-feira, 17 de fevereiro de 2026. A infecção ocorreu fora do estado do Rio Grande do Sul.

O paciente buscou atendimento médico ao apresentar sintomas típicos da infecção. Embora o caso tenha sido confirmado, a Vigilância não revelou informações sobre a identidade ou o estado de saúde do indivíduo diagnosticado.

Este é o primeiro caso de Mpox registrado em Porto Alegre em 2026. No ano anterior, a cidade contabilizou 11 diagnósticos positivos para a doença, evidenciando a importância de medidas de controle e prevenção.

Com a proximidade do Carnaval, a prefeitura reforçou as recomendações preventivas. As orientações incluem a inspeção da pele antes das festividades, com atenção especial a bolhas ou feridas. Caso sejam identificadas, o município aconselha que a pessoa procure uma unidade de saúde imediatamente.

As autoridades também alertam para a necessidade de evitar o contato íntimo ou físico prolongado com indivíduos que apresentem lesões suspeitas. Foliões devem estar atentos a sintomas como febre, dor de cabeça, dores musculares, fraqueza e ínguas, que podem preceder o surgimento de lesões cutâneas.

Além disso, outras medidas preventivas foram destacadas:

  • Higienização das mãos – É fundamental utilizar álcool em gel 70% com frequência, especialmente após tocar superfícies em locais públicos, usar transporte coletivo ou interagir com outras pessoas;
  • Evitar o compartilhamento de objetos – Não dividir copos, talheres, garrafas, cigarros, roupas ou toalhas;
  • Uso de máscaras – Em aglomerações muito densas, as máscaras podem oferecer proteção adicional, especialmente em contextos de circulação ativa do vírus.

A Mpox é uma doença causada por um vírus relacionado à varíola, sendo sua transmissão predominantemente por contato próximo com pessoas infectadas. A vigilância contínua e a adesão às medidas de prevenção são essenciais para conter a propagação da doença.

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