Rio Grande do Sul registra criação de 46,2 mil novos empregos com carteira assinada em um ano

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Rio Grande do Sul fecha 2025 com 46.277 novas vagas de emprego com carteira assinada.

No encerramento do ano passado, o Rio Grande do Sul registrou um saldo positivo de 46.277 novas ocupações com carteira assinada. Esse crescimento é resultado da diferença entre 1.620.066 admissões e 1.573.789 desligamentos, conforme os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados.

O desempenho do mercado de trabalho foi impulsionado por quatro dos cinco principais setores econômicos analisados. O setor de serviços destacou-se com 33.468 novas vagas, seguido pelo comércio, que criou 7.030 postos, a indústria com 5.050 e a agropecuária com 1.054. A construção civil, por outro lado, teve um desempenho negativo, com uma perda de 325 postos de trabalho.

Entre os novos empregos gerados, a maioria foi ocupada por mulheres, totalizando 31.562 admissões, enquanto os homens conseguiram 14.715 vagas. Em termos de escolaridade, pessoas com ensino médio completo foram as mais beneficiadas, com 34.268 novas contratações. Em relação à faixa etária, os jovens de 18 a 24 anos foram o grupo mais favorecido, somando um total de 40.997 novas vagas no Estado.

Na análise por municípios, Porto Alegre lidera com 14.050 novas contratações, seguida por Pelotas (2.344), Canoas (2.191), Erechim (1.783) e Passo Fundo (1.606).

Perspectiva nacional

<pEm nível nacional, o Brasil encerrou 2025 com um saldo positivo de 1.279.498 empregos com carteira assinada. Esse resultado é fruto de 26,59 milhões de admissões e 25,32 milhões de desligamentos ao longo do ano. O estoque de trabalhadores com vínculos celetistas cresceu 2,71%, passando de 47,19 milhões para 48,47 milhões.

Todos os 26 Estados e o Distrito Federal apresentaram resultados positivos. Os maiores saldos absolutos foram observados em São Paulo, seguido pelo Rio de Janeiro e Bahia. As taxas de crescimento mais expressivas foram registradas no Amapá, Paraíba e Piauí.

A região Sudeste foi a que mais gerou novas ocupações, com quase 505 mil, representando um crescimento de 2,1%. Seguiram-se as regiões Nordeste, Sul, Centro-Oeste e Norte, todas com resultados positivos.

Os cinco principais setores econômicos mostraram saldo positivo na criação de empregos formais, com o setor de serviços liderando, seguido pelo comércio, indústria, construção e agropecuária. Dentro do setor de serviços, as áreas de informação e comunicação, e atividades financeiras apresentaram os maiores avanços.

A indústria também demonstrou um desempenho satisfatório, refletindo a recuperação do mercado de trabalho em várias frentes. A construção civil e a agropecuária também contribuíram para o crescimento, embora em menor escala.

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