Senado aprova nova política de proteção a animais resgatados em desastres

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Nova legislação busca proteger animais em situações de emergência.

O Senado recentemente aprovou um projeto de lei que visa estabelecer ações de proteção a animais afetados por emergências, acidentes e desastres. Com essa iniciativa, espera-se reduzir a mortalidade de animais domésticos e silvestres, promovendo a integração de políticas de proteção ambiental e defesa civil.

O projeto, que agora aguarda sanção presidencial, institui a Política de Acolhimento e Manejo de Animais Resgatados. Essa política define regras claras para o resgate, acolhimento e destinação de animais que se encontram em situações de risco. Além disso, a proposta altera legislações existentes relacionadas ao meio ambiente e à segurança de barragens.

Uma das principais metas da nova legislação é a criação de protocolos permanentes que garantam uma atuação preventiva e coordenada durante emergências. As medidas também incluem ações preventivas e reparatórias que deverão ser adotadas por empreendedores que necessitam de licenciamento ambiental, visando minimizar os impactos sobre a fauna.

O foco central é a diminuição da mortalidade de animais em desastres, que será alcançada por meio da conscientização sobre direitos e bem-estar animal, além da colaboração entre diferentes esferas de governo.

As ações estabelecidas para cada ente federativo são as seguintes:

União

  • Apoiar Estados, o Distrito Federal e municípios no mapeamento de áreas de risco e na identificação de potenciais desastres, além de ações de prevenção e resgate de animais afetados;
  • Implementar medidas de segurança em unidades de conservação federais para prevenir desastres.

Estados

  • Auxiliar municípios na identificação e mapeamento de áreas de risco;
  • Oferecer capacitação para recursos humanos em ações de proteção e manejo de animais resgatados.

Municípios

  • Capacitar recursos humanos para a proteção e manejo de animais resgatados;
  • Fiscalizar áreas de risco de desastre;
  • Realizar intervenções preventivas e evacuação de animais de áreas vulneráveis;
  • Organizar sistemas de resgate e atendimento emergencial à fauna afetada;
  • Prover abrigos temporários para animais resgatados;
  • Incentivar a participação de entidades privadas e organizações não governamentais nas ações de acolhimento.

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