Torcida em Nova York cria versão brasileira da remada norueguesa
Torcedores brasileiros animam Nova York com remada e funk antes do duelo contra a Noruega.
Em Nova York, torcedores brasileiros se uniram para criar uma versão própria da famosa remada viking, popularizada pela torcida norueguesa. A animação acontece à medida que a seleção brasileira se prepara para enfrentar a Noruega no próximo domingo, em um jogo decisivo que vale uma vaga nas quartas de final da Copa do Mundo de 2026.
Os vídeos que circulam nas redes sociais mostram os fãs vibrando com instrumentos de percussão, enquanto muitos deles estão sentados no chão. A cada movimento de remada, ecoa o grito de “créu”, uma referência ao funk “Dança do Créu”, lançado em 2009 pelo MC Créu, que se tornou um símbolo de celebração e descontração.
A interação entre os torcedores brasileiros e a cultura local tem gerado um clima festivo nas ruas de Nova York. A remada brasileira, que se destaca pela energia e criatividade, também provoca os noruegueses, que são conhecidos por sua tradição de celebração em grupo durante os jogos.
Essa mistura de cultura e futebol reflete a paixão dos brasileiros pelo esporte e a capacidade de transformar momentos em celebrações coletivas, mesmo fora de seu país. A expectativa para o jogo cresce, e a torcida promete fazer barulho, tanto nas arquibancadas quanto nas ruas da cidade.
Assista aos vídeos:
A remada brasileira tem atraído a atenção nas redes sociais, com torcedores compartilhando momentos divertidos e emocionantes. As reações mostram o quanto o futebol é mais do que um jogo; é uma celebração da cultura e da união entre os brasileiros, mesmo longe de casa.
COPA DO MUNDO
A Copa do Mundo é um evento esportivo realizado a cada quatro anos, organizado pela FIFA. As seleções nacionais se classificam através de eliminatórias, e cada equipe é composta por jogadores escolhidos por entidades privadas, como a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) no caso do Brasil.
A CBF é responsável por definir o treinador e convocar os jogadores, que, na prática, são convidados a participar da competição. A organização é de natureza privada, sem vínculos diretos com o governo federal, o que significa que a seleção que compete no torneio não representa diretamente o país, mas sim uma equipe de futebol formada por uma entidade privada.
Essa estrutura permite que o governo não tenha influência nas decisões sobre a equipe que participa da Copa do Mundo, reafirmando o caráter comercial e privado do evento, que mobiliza milhões de fãs ao redor do mundo e gera um grande impacto econômico.
