Lula atinge 42% das intenções de voto no primeiro turno, revela pesquisa BTG/Nexus
Lula e Flávio Bolsonaro se destacam em nova pesquisa de intenções de voto
O presidente Lula (PT) alcançou 42% das intenções de voto no primeiro turno, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) registrou 37%, conforme dados de uma pesquisa recente. Lula avançou três pontos percentuais em relação ao levantamento anterior, enquanto Bolsonaro teve uma oscilação de dois pontos.
O escritor Augusto Cury (Avante) obteve 6%, uma queda de três pontos em comparação com a semana anterior. O ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), subiu um ponto percentual e agora está com 5%. Renan Santos (Missão) caiu para 2%, enquanto Romeu Zema (Novo) e Samara Martins (UP) mantiveram 1% cada.
Os candidatos Clariana Barão (DC), Edmilson Costa (PCB), Hertz Dias (PSTU), Rui Costa Pimenta (PCO) e Veterinário Wilson Grassi (Democrata) não obtiveram pontuação. A pesquisa também revelou que 4% dos entrevistados optariam por brancos e nulos, e 2% não souberam ou não responderam.
Os percentuais apresentados desconsideram a candidatura de Pablo Marçal (PRTB), que foi negada pelo TSE. O instituto de pesquisa analisou dois cenários, um com e outro sem o influenciador, mas a candidatura não foi aceita.
Foram entrevistados 2.003 eleitores com 16 anos ou mais de todo o Brasil entre os dias 11 e 13. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com um intervalo de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE.
Na simulação de segundo turno, Lula e Flávio Bolsonaro continuam tecnicamente empatados, com 47% e 46% das intenções de voto, respectivamente. Na rodada anterior, Lula tinha 45% e Bolsonaro 46%, com Lula subindo dois pontos e Bolsonaro mantendo seu índice.
O presidente se destaca nas simulações de segundo turno contra Caiado (47% a 41%), Zema (49% a 38%) e Renan Santos (48% a 37%). Contra Cury, Lula registra 45% contra 42%, com ambos os candidatos apresentando oscilações em seus percentuais.
A pesquisa também explorou a percepção dos eleitores sobre as condições de vida no Brasil desde o início do governo Lula. A renda foi o aspecto mais bem avaliado, com 41% dos entrevistados considerando que melhorou, enquanto 29% acreditam que piorou.
Educação e bem-estar geral também foram citados como áreas de melhoria por 40% dos entrevistados. No que diz respeito ao acesso ao crédito e à saúde, 35% dos eleitores avaliaram positivamente a situação.
Entretanto, a segurança foi um ponto crítico, com 34% dos entrevistados afirmando que a situação piorou muito. A percepção negativa sobre a segurança se estende até mesmo entre os apoiadores de Lula, com 20% reconhecendo uma deterioração nas condições de segurança.
Além disso, 43% dos entrevistados indicaram que o poder de compra piorou, e 36% afirmaram que sua capacidade de poupança e investimento também foi afetada negativamente.
