Fenasoja presta homenagem a voluntários, celebra trajetória e inaugura monumento em homenagem à soja
Casa Fenasoja é renomeada em homenagem a Herberto Werner durante a Fenasoja 2026.
O quarto dia da Fenasoja, em Santa Rosa, destacou-se por uma homenagem significativa, reconhecendo a trajetória de voluntários que contribuíram para a construção da feira ao longo de seus 60 anos de existência.
O evento, que abrange negócios, tecnologia e inovação, promoveu um espaço para celebrar aqueles que ajudaram a consolidar a Fenasoja como uma das principais feiras multissetoriais do Brasil. Desde sua criação, cerca de 670 presidentes de comissões passaram pelo evento, evidenciando a força do voluntariado em sua estruturação.
A atualização da Galeria dos Voluntários, realizada na Casa Fenasoja, marcou a descerramento de novas placas com os nomes dos presidentes de cada edição e dos voluntários que fizeram história. Essa cerimônia uniu diferentes gerações em um ambiente de memória e continuidade.
Um espaço dentro da Casa foi especialmente criado para reforçar essa narrativa histórica, apresentando uma linha do tempo visual com fotografias dos presidentes das 26 edições da feira e cartazes oficiais de cada período. Assim, os visitantes podem compreender a evolução da Fenasoja e sua conexão com o desenvolvimento regional e o agronegócio brasileiro.
Dário Germano, presidente do Conselho Consultivo Permanente, ressaltou a importância simbólica da Casa Fenasoja, descrevendo-a como um “templo” que preserva a história e a memória do evento.
Um momento marcante da cerimônia foi a oficialização do novo nome da Casa Fenasoja, que agora passa a se chamar Casa Herberto Werner. Essa homenagem é uma forma de reconhecimento ao voluntário que presidiu a nona edição da feira em 1992, sendo fundamental na formalização da feira com a criação do CNPJ, um passo crucial para sua base institucional.
Além disso, foi inaugurado um monumento em homenagem à variedade de soja Santa Rosa, que representa uma semente sustentada por mãos de um agricultor, simbolizando origem, trabalho e prosperidade. Este monumento reflete a relação entre o campo e o desenvolvimento econômico.
A variedade Santa Rosa, lançada na primeira edição da feira em 1966, foi a primeira cultivar genuinamente brasileira e teve um papel crucial na expansão da soja no Brasil, ajudando o país a se tornar um dos maiores produtores globais.
O quarto dia da Fenasoja, ao integrar homenagens e referências históricas, fortalece a importância do reconhecimento das origens enquanto se busca inovação. Essa valorização da trajetória coletiva serve como um diferencial competitivo em um setor em constante evolução.
A feira reafirma seu papel não apenas como um espaço para tecnologia e negócios, mas também como guardiã de uma rica história que acompanha o crescimento do agronegócio brasileiro. A programação demonstra que o desenvolvimento é construído com base na memória, reconhecimento e pertencimento, pilares essenciais para iniciativas que permanecem relevantes ao longo das gerações.