Governo gaúcho destaca a importância da vacinação contra sarampo para viajantes da Copa do Mundo

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Vacinação contra o sarampo ganha destaque diante da Copa do Mundo

O sarampo, uma doença infecciosa aguda causada por um vírus, se espalha pelo ar e através de secreções. Essa situação se torna ainda mais preocupante com a proximidade da Copa do Mundo, que ocorrerá nos Estados Unidos, México e Canadá, aumentando o fluxo de viajantes e, consequentemente, o risco de contágio.

Com muitos torcedores planejando visitar países que enfrentam surtos da doença, a vacinação contra o sarampo se torna crucial. A Secretaria da Saúde, por meio do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs), está alertando a população sobre a importância de atualizar o esquemas vacinal para prevenir novos casos no Brasil e no Rio Grande do Sul.

Os sintomas do sarampo incluem manchas vermelhas na pele, febre alta e problemas respiratórios, como tosse e coriza. A vacina tríplice viral é a responsável por imunizar contra essa doença, e está disponível gratuitamente pelo SUS em unidades de saúde, independentemente da idade.

Alerta epidemiológico na América do Norte

No Brasil, a recertificação da eliminação do sarampo foi conquistada em 2024, mas a situação na América do Norte é alarmante. Os Estados Unidos e o México, por exemplo, reportaram um aumento significativo de casos. Em 2025, os Estados Unidos registraram 2.140 casos e, em 2026, mais de 1.700. O México registrou 6.150 casos em 2025 e 8.650 em 2026, enquanto o Canadá teve 5.420 casos em 2025 e 789 em 2026.

Esse cenário exige atenção dos estados brasileiros, que estão em alerta para a possível reintrodução do vírus por viajantes não vacinados. A orientação é que viajantes internacionais se vacinem pelo menos 15 dias antes do embarque. Para bebês de 6 a 11 meses, uma dose extra, chamada de dose zero, é recomendada antes de viagens para áreas de risco.

Para aqueles com esquema vacinal incompleto, recomenda-se que indivíduos entre 5 e 29 anos que possuem apenas uma dose tomem a segunda dose. Já pessoas de 30 a 59 anos sem nenhuma dose devem receber pelo menos uma dose para garantir proteção adequada.

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