Alysson e Cadu de Lula disputam 2º turno no Rio Grande do Norte

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Candidatos avançam para o segundo turno no Rio Grande do Norte

No Rio Grande do Norte, os candidatos Alysson Bezerra, do União, e Cadu do Lula, do PT, avançaram para o segundo turno das eleições. A apuração oficial da Justiça Eleitoral revelou que Alysson Bezerra obteve 33,77% dos votos válidos, enquanto Cadu do Lula liderou com 36,25%. Álvaro Dias, do PL, ficou em terceiro lugar com 26,77% dos votos.

Natural de Mossoró, Alysson Bezerra, de 34 anos, construiu uma sólida trajetória política na região Oeste do estado. Ele chegou à eleição de 2026 após ter exercido a função de prefeito de Mossoró. Sua chapa tem como vice Hermano Morais, do MDB, o que fortalece sua candidatura na disputa.

Alysson ganhou destaque estadual por meio de sua atuação em Mossoró, que é o segundo maior colégio eleitoral do Rio Grande do Norte. Durante a reta final da campanha, ele se destacou nas pesquisas, passando de 25% em agosto para 39% em setembro, segundo levantamento da Quaest.

Por outro lado, Carlos Eduardo Xavier, conhecido como Cadu de Lula, representa o PT e possui uma trajetória ligada à administração pública. Ele foi secretário da Fazenda no governo de Fátima Bezerra antes de decidir concorrer à eleição de 2026. Sua chapa conta com Larissa, do PSB, como vice, e é apresentada como uma continuidade do atual governo estadual.

Na pesquisa da Quaest de setembro, Cadu registrou 21%, mantendo o mesmo percentual da rodada anterior em agosto, o que demonstra uma estabilidade em sua candidatura.

O segundo turno ocorrerá no dia 25 de outubro, uma vez que nenhum candidato alcançou a maioria absoluta de 50% dos votos válidos no primeiro turno. Na nova etapa, os dois candidatos mais votados competirão, e será eleito governador aquele que obtiver a maioria dos votos válidos, excluindo os votos em branco e nulos.

Vale destacar que todos os eleitores, mesmo aqueles que não participaram do primeiro turno, poderão votar normalmente no segundo turno, já que cada fase é considerada uma votação independente pela Justiça Eleitoral.

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