Ascom de Bagé registra histórias de pertencimento em documentário
Documentário revela histórias de quem escolheu Bagé como lar
Recentemente, os moradores de Bagé, conhecida como Rainha da Fronteira, puderam conhecer relatos de pessoas que decidiram fazer da cidade sua casa e se consideram bageenses.
A iniciativa, promovida pela Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Bagé, surgiu da necessidade de apresentar uma nova perspectiva do município, especialmente em resposta a comentários negativos nas redes sociais. O coordenador de Comunicação, Renan Silveira, explicou que o projeto visou mostrar a realidade da cidade, que muitas vezes é mal interpretada.
Silveira destacou que, apesar de alguns comentários associativos à violência e à falta de oportunidades, os indicadores mostram uma realidade diferente. A equipe notou que muitas pessoas estavam se mudando para Bagé em busca de novas oportunidades e acabavam construindo suas vidas ali. Assim, surgiu a proposta de ouvir essas histórias.
O documentário, intitulado “Bagé – Meu Lugar no Mundo”, foi concebido para que os novos moradores pudessem compartilhar suas visões sobre a cidade com aqueles que sempre viveram lá. O coordenador mencionou que as primeiras entrevistas foram realizadas com pessoas conhecidas e com histórias significativas relacionadas a Bagé, como o jornalista Gilmar de Quadros.
Entre os entrevistados, destaca-se a professora Clarisse Ismério, que já foi professora de alguns membros da equipe da Ascom. Outros nomes proeminentes incluem o empresário Lindonos Peruzzo e o ex-prefeito Luiz Alberto Vargas. A seleção dos entrevistados também contou com sugestões de servidores do município.
A proposta era reunir pessoas com trajetórias diversas que compartilhassem a experiência de chegar a Bagé e encontrar um lugar para construir suas vidas. As gravações ocorreram em locais significativos para os entrevistados, como seus lares e pontos turísticos, buscando criar uma conexão emocional com o público.
A produção do documentário levou cerca de duas semanas para a captação das imagens, seguidas de mais duas semanas para a edição e finalização. Todo o trabalho foi realizado pela equipe da Ascom, composta por servidores do município, que cuidaram de todas as etapas, desde as entrevistas até a edição do conteúdo.
Silveira expressou gratidão aos entrevistados por compartilharem suas histórias e aos compositores e intérpretes envolvidos no projeto, ressaltando que foi um trabalho coletivo, construído a muitas mãos, que também reflete o significado do projeto.
