Beneficiários do programa Família Gaúcha alertados sobre golpes por falsos agentes

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População é alertada sobre falsos agentes de desenvolvimento social no Rio Grande do Sul.

Recentemente, a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social (Sedes) do Rio Grande do Sul emitiu um alerta sobre a atuação de falsos agentes do programa “Família Gaúcha” que têm realizado visitas domiciliares com intenções fraudulentas. A divulgação das orientações aconteceu no dia 10 de junho, visando proteger os cidadãos contra esses golpes.

As principais recomendações incluem a verificação da identificação dos agentes, que devem estar uniformizados com itens como boné, camiseta, colete ou jaqueta, além de portar um crachá oficial. Os veículos utilizados por esses profissionais também são adesivados com os emblemas do Estado e do programa, garantindo uma identificação visual clara.

O governo do Rio Grande do Sul enfatiza a importância dessas medidas de segurança, permitindo que as famílias recebam os agentes em suas residências com confiança. Para esclarecer dúvidas sobre a veracidade dos representantes, as famílias têm a opção de contatar o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) da sua localidade.

Funcionamento do programa “Família Gaúcha”

Os agentes de desenvolvimento têm uma função crucial dentro do programa “Família Gaúcha”, sendo responsáveis pelo acompanhamento de cada núcleo familiar selecionado. Em colaboração com o Comitê Local Intersetorial, eles participam da criação dos “Planos de Autonomia”, que visam mitigar situações de vulnerabilidade social.

O programa oferece um acompanhamento personalizado que se estende por 22 meses, focando na promoção da autonomia das famílias assistidas. Desenvolvido pela Sedes, o projeto conta com um investimento superior a R$ 120 milhões do Fundo do Plano Rio Grande (Funrigs).

Iniciado em 2025, o “Família Gaúcha” já beneficia mais de 10 mil famílias em situação de pobreza ou extrema pobreza, abrangendo 92 dos 497 municípios do estado. Cada núcleo é assistido por um agente familiar, que trabalha em conjunto com comitês nas esferas local, municipal e estadual.

Ao final do ciclo de acompanhamento, a proposta é promover a emancipação social dos grupos atendidos. Atualmente, 314 Agentes de Desenvolvimento da Família (ADF) e mais de 170 Cras estão engajados em todo o estado. O Centro de Integração Empresa-Escola (Ciee-RS) atua como parceiro da Sedes, sendo responsável pela contratação e formação dos agentes.

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