Big techs que Irã ameaça atacar a partir desta quarta: Apple, Google, Tesla e outras empresas em foco

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Irã ameaça atacar empresas e big techs ligadas aos EUA no Oriente Médio

A medida é uma retaliação aos bombardeios que o Irã vem sofrendo dos EUA e de Israel.

Em comunicado divulgado pela mídia estatal, os militares iranianos listaram 18 organizações selecionadas como alvo. Entre elas, destacam-se empresas de aviação, tecnologia e serviços financeiros, que têm operações significativas na região.

A Boeing, uma das maiores empresas do mundo no setor de aviação, possui filiais nas cidades de Riyadh, Abu Dhabi, Dubai, Doha e Cidade do Kuwait. A companhia é reconhecida pela fabricação e venda de aeronaves, operando globalmente.

A G42, uma empresa de tecnologia focada em inteligência artificial, está sediada em Abu Dhabi e desenvolve soluções em saúde, segurança e exploração espacial, destacando-se como uma das poucas empresas não americanas na lista.

A Spire Solutions, com sede em Dubai, atua como distribuidora de soluções de cibersegurança e possui filiais em Riad, Doha, Cidade do Kuwait e Cairo.

A General Electric (GE), uma gigante industrial dos EUA, opera no Oriente Médio através de suas divisões de aviação, energia e saúde, com presença em Dubai, Abu Dhabi, Riad, Cidade do Kuwait e Doha.

A Tesla, conhecida por seus veículos elétricos, também mantém filiais em Dubai, Abu Dhabi, Riyadh, Jeddah, Dammam e Doha.

O JPMorgan Chase & Co., um dos maiores grupos financeiros do mundo, tem atuação em Dubai e Riad, além de atender clientes no Kuwait e no Catar.

A Nvidia, especializada em chips e sistemas de computação, mantém parcerias tecnológicas no Oriente Médio, especialmente em Abu Dhabi e Dubai, sem divulgar uma rede formal de filiais.

A Palantir Technologies, focada em análise de dados, possui um escritório em Tel Aviv e atua em projetos de inteligência artificial em outros países do Golfo.

A Dell Technologies, que fornece soluções para data centers e armazenamento, tem presença em várias cidades do Oriente Médio, incluindo Abu Dhabi, Dubai, Cidade do Kuwait, Riad e Jidá.

A IBM, multinacional de tecnologia, opera em diversas cidades da região, destacando-se em computação em nuvem e inteligência artificial.

A Meta Platforms, responsável por plataformas como Facebook e Instagram, mantém operações em Dubai, Riad e Tel Aviv, além de atuar indiretamente em outros países da região.

O Google, líder em buscas na internet, tem escritórios em Dubai, Tel Aviv, Haifa e Abu Dhabi, concentrando suas operações em publicidade digital e computação em nuvem.

A Apple, famosa por produtos como iPhone e iPad, tem lojas em Dubai, Abu Dhabi, Tel Aviv e Haifa, com uma forte presença no mercado regional.

A Microsoft, conhecida por seu software e serviços em nuvem, mantém escritórios em Dubai e Tel Aviv, consolidando sua atuação no Oriente Médio.

A Oracle, especializada em sistemas de banco de dados e soluções empresariais, possui escritórios em várias cidades, incluindo Manama, Cairo, Tel Aviv, Amã, Cidade do Kuwait, Beirute, Mascate e Doha.

A Intel, focada em semicondutores, tem operações em cidades israelenses como Haifa, Yakum, Petach Tikva, Jerusalém e Kiryat Gat.

A Hewlett-Packard, dividida em duas frentes, mantém sua principal base em Dubai, atuando através de parceiros em outros países da região.

A Cisco, fabricante de equipamentos de rede, opera em diversas cidades do Oriente Médio, incluindo Dubai, Abu Dhabi, Riad, Jidá, Dhahran, Manama, Doha, Cidade do Kuwait e Mascate.

A ameaça iranina

No comunicado que anunciou o possível ataque, a Guarda Revolucionária afirma que os alvos serão “as principais instituições atuantes em operações terroristas”.

“Aconselhamos os funcionários dessas instituições a deixarem seus locais de trabalho imediatamente, para sua própria segurança. Os moradores das áreas próximas a essas empresas terroristas, em todos os países da região, também devem evacuar em um raio de um quilômetro e procurar um local seguro”, diz o texto.

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