Brasil e Honduras fortalecem cooperação agrícola e negociações comerciais

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Brasil e Honduras firmam parceria para fortalecer a agricultura e a segurança alimentar.

Uma missão oficial do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) concluiu suas atividades em Honduras, buscando cooperação bilateral em áreas como pesquisa agropecuária, inovação tecnológica, desenvolvimento rural e segurança alimentar.

A agenda foi conduzida pelo secretário-executivo Cleber Soares, contando com a participação de diplomatas e técnicos brasileiros, além de representantes do Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA). A missão incluiu um encontro com o ministro da Agricultura e Pecuária de Honduras, Moisés Molina.

Durante as reuniões, temas como planejamento agrícola, inovação tecnológica, melhoramento genético e transferência de conhecimento foram discutidos. A delegação brasileira também se reuniu com a Direccião de Ciencia y Tecnologí­a Agropecuaria (Dicta), uma instituição de pesquisa em Honduras, para tratar de fortalecimento institucional e modernização dos sistemas de inovação.

Os diálogos abordaram, ainda, cooperação em assistência técnica, sanidade animal e vegetal, e adaptação às mudanças climáticas. Instituições brasileiras, como a Embrapa e o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), foram mencionadas como potenciais contribuidoras nesse contexto.

No âmbito comercial, a missão avançou nas negociações relacionadas a farinhas de origem animal, carne de aves e carne suína. No entanto, não foram divulgados detalhes sobre volumes, prazos ou valores, o que dificulta a avaliação imediata dos impactos no comércio bilateral.

O progresso nas áreas técnica e institucional pode abrir portas para novas cooperações em pesquisa, sanidade e inovação, além de apoiar futuras negociações comerciais, desde que os entendimentos sejam formalizados.

Os resultados até agora indicam um alinhamento político e técnico entre Brasil e Honduras, embora ainda faltem cronogramas, metas operacionais e uma avaliação do impacto econômico. O avanço das negociações sanitárias e comerciais será crucial para novos desdobramentos.

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