Celular caiu na água? Descubra o que fazer agora
Orientações essenciais para salvar celulares que caem na água.
O celular caiu na água ou, por algum acidente, ficou encharcado. Calma, dá para tentar salvar o smartphone.
Fabricantes de celulares reuniram as melhores recomendações para tentar resolver o problema. É importante evitar colocar o aparelho em um pote com arroz, uma prática comum que pode causar mais danos.
Veja a seguir o que fazer e o que não fazer no caso de derrubar água (ou algum outro líquido) no telefone e saiba qual é o nível de proteção do seu aparelho.
O que fazer:
- Desligue o aparelho imediatamente. A umidade no dispositivo pode causar sérios danos ou corrosão na placa-mãe.
- Talvez precise dar um banho: Remova impurezas que tenham entrado no telefone – vindas da água do mar, da piscina ou de bebidas. Mergulhe o celular em água limpa por 1 a 3 minutos para remover essas impurezas e use um pano seco para secar a parte externa.
- Sem excesso: Tente remover o líquido restante batendo de leve no topo do aparelho, com o conector USB apontado para baixo.
- Bote para secar: Coloque o telefone em um local seco e com bastante fluxo de ar, como perto de um ventilador. A água irá evaporar aos poucos.
- Será que está pronto para usar? Caso surja um alerta de umidade na tela, ainda pode haver água nos conectores. Continue com o telefone em uma área seca e ventilada por 24 a 48 horas.
- Use um carregador sem fios: Se precisar recuperar informações urgentes e o celular estiver descarregado, utilize um carregador sem fios, se for compatível, após secar a parte traseira do telefone.
Nem toda situação de exposição à água é igual. Se o problema não for resolvido, é recomendável procurar a assistência técnica do fabricante do celular para uma avaliação técnica.
O que não fazer:
- Nada de arroz: Não coloque o smartphone em um recipiente ou saco de arroz, pois pequenas partículas podem causar danos.
- Nada de cotonete: Evite usar cotonetes ou palitos para enxugar o celular, pois resíduos podem ficar presos dentro dos orifícios.
- Não use o cabo com o aparelho molhado: Isso pode corroer os pinos do conector, causando danos permanentes.
- Não use fontes de calor: Evite qualquer fonte externa de ar quente ou frio para tentar remover o líquido, pois isso pode danificar o aparelho.
Qual o nível de proteção do seu aparelho?
Telefones mais antigos eram mais suscetíveis a danos por umidade devido às suas partes móveis. Já os aparelhos modernos têm um design que ajuda a impedir a entrada de água, embora ainda possuam aberturas que podem ser vulneráveis.
Os fabricantes de smartphones certificam os equipamentos pela classificação IP, um código que indica a proteção contra poeira e líquidos. O primeiro dígito refere-se à proteção contra objetos sólidos, enquanto o segundo indica a proteção contra água.
A classificação é fornecida pelos fabricantes, mas não garante que os aparelhos estejam 100% protegidos – cada caso é um caso.
O primeiro dígito informa a proteção contra objetos sólidos e o segundo, a proteção contra água. Aparelhos mais caros geralmente possuem classificações IP67 ou IP68, que indicam resistência à imersão em água.
Entretanto, mesmo aparelhos com essas classificações podem ser danificados se expostos a condições fora dos parâmetros especificados. A garantia pode não cobrir danos ocasionados por imersão prolongada ou em água salgada.
Celulares mais básicos possuem classificações IP53 ou IP54, que garantem proteção contra poeira e respingos de água, mas não são adequados para imersão.
Veja a seguir uma lista com 10 smartphones com proteção IP68 e IP69.
Os preços dos aparelhos variam entre R$ 2.400 e R$ 10.500, dependendo do modelo e das características.
