Deputado realiza exame de DNA após ser acusado de estupro
Deputado Alfredo Gaspar se defende de acusações de estupro e realiza exame de DNA
O deputado Alfredo Gaspar (PL-AL) reagiu a acusações graves feitas por membros do Partido dos Trabalhadores, afirmando ter sido chamado de “estuprador” por Lindbergh Farias e Soraya Thronicke. Em um vídeo divulgado nas redes sociais, Gaspar se declarou ofendido e se defendeu, ressaltando que as acusações são “covardes, vils e abjetas”.
Na gravação, ele enfatiza que “a verdade é soberana” e que não teme as alegações feitas contra ele. Gaspar sugere que as acusações foram uma “cortina de fumaça” para desviar a atenção de sua solicitação de prisão do filho do presidente da República, afirmando que o Partido dos Trabalhadores age de maneira estratégica em situações como essa.
O deputado menciona que as ofensas ocorreram durante uma sessão da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, em 27 de março. No mesmo dia, Farias e Thronicke protocolaram uma notícia de fato na Polícia Federal, alegando um possível estupro de vulnerável e tentativa de ocultação dos fatos, embora sem apresentar provas concretas.
Os parlamentares afirmaram ter recebido documentos e conversas que indicariam a prática de estupro de vulnerável, envolvendo uma menina que tinha apenas 13 anos na época dos supostos acontecimentos. Contudo, o documento não especifica o ano em que o crime teria ocorrido.
Em resposta às acusações, Gaspar divulgou um vídeo em que uma mulher, identificada como Lourilene Pereira da Silva, nega ser sua filha. Lourilene afirma que seu pai biológico é o magistrado Maurício Breda, primo de Gaspar, e apresenta um teste de DNA como evidência.
Ela declarou: “Eu sou Lourilene Pereira Marcelo da Silva e venho aqui esclarecer algumas coisas […]. Gostaria de declarar que não sou filha de Alfredo Gaspar. Sou filha biológica do Maurício Breda, primo do Gaspar”. Lourilene também mencionou que só soube da paternidade aos 15 anos, quando sua mãe revelou.
