Drones Devastam Refinaria em Moscou pela Segunda Vez em Três Dias; Kiev Enfrenta Novos Bombardeios
A refinaria de petróleo em Moscou foi alvo de um ataque de drones ucranianos nesta quinta-feira (18).
Um ataque de drones ucranianos atingiu a refinaria de petróleo de Moscou, marcando o segundo incidente dessa natureza na semana. O ataque ocorre em um contexto de intensificação das hostilidades entre a Rússia e a Ucrânia, com Kiev também enfrentando mísseis disparados pela Rússia.
As autoridades russas afirmam que seu sistema de defesa aérea interceptou 555 drones em todo o país, com o prefeito de Moscou, Sergei Sobyanin, relatando a destruição de 180 drones na região. O ataque anterior à refinaria, ocorrido na terça-feira, resultou em danos significativos às instalações de energia, levando a Rússia, um dos maiores produtores de petróleo do mundo, a considerar a importação de combustível para mitigar a crise de escassez de gasolina.
Além da refinaria, um edifício residencial, uma instalação industrial e várias casas foram danificadas no ataque. O impacto foi tão severo que as operações no principal aeroporto de Moscou foram suspensas temporariamente, e evacuações foram realizadas.
Enquanto isso, a capital da Ucrânia, Kiev, também foi alvo de mísseis balísticos russos, com autoridades emitindo alertas de ataque aéreo em várias regiões do país. Informações sobre um ataque de drone em Sumy resultaram na morte de uma pessoa, evidenciando a crescente violência no conflito.
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, esteve em destaque recentemente ao articular apoio durante a cúpula do G7, onde líderes discutiram a aplicação de novas sanções contra a Rússia e reafirmaram seu apoio à adesão da Ucrânia à União Europeia. Zelensky enfatizou a necessidade de soluções criativas para acelerar esse processo, alertando que a Rússia poderia tentar dificultar a adesão da Ucrânia.
Durante a cúpula, foi acordado que a dinâmica no campo de batalha favorece a Ucrânia, com promessas de mais recursos de defesa aérea. Zelensky destacou a unanimidade entre os líderes do G7 sobre a necessidade de um acordo de paz rápido, ressaltando que a Rússia não está vencendo a guerra.
O apoio dos Estados Unidos foi reiterado, com promessas de mais mísseis de defesa aérea e um pacote de apoio para o inverno. O ministro da Defesa da Alemanha também anunciou um financiamento significativo para o pacote de armas dos EUA, evidenciando a colaboração internacional em resposta à crise.
