Eduardo afirma que Estados Unidos podem intervir se STF anular eleição de Flávio
Eduardo Bolsonaro alerta sobre possíveis consequências das eleições brasileiras.
Eduardo Bolsonaro manifestou, em uma recente visita a Washington, sua preocupação com a possibilidade de o Supremo Tribunal Federal (STF) anular a eleição presidencial brasileira, especialmente se Flávio Bolsonaro for o vencedor.
Durante a viagem, ele e o comentarista Paulo Figueiredo se reuniram com membros do governo dos Estados Unidos, onde discutiram a situação política do Brasil e a crise interna do STF. Eduardo mencionou que, em sua visão, os Estados Unidos poderiam não reconhecer o resultado das eleições e até aplicar sanções contra ministros da Corte.
O ex-deputado destacou que sua apreensão se intensificou após a sessão do STF em que ministros criticaram a atuação de André Mendonça em investigações relacionadas ao Banco Master. Ele acredita que as declarações de figuras como Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes poderiam criar uma narrativa que, no futuro, serviria para questionar uma vitória de Flávio Bolsonaro.
Eduardo afirmou que os Estados Unidos têm um histórico de defender a oposição e a liberdade de expressão durante os processos eleitorais. Ele alertou que, se a Suprema Corte brasileira considerar a eleição de Flávio como um ato de golpismo, a possibilidade de não reconhecimento por parte dos EUA se tornaria real.
Para embasar sua preocupação, ele fez uma analogia com um episódio na Romênia, onde a Suprema Corte anulou uma eleição em 2024, alegando interferência russa. Essa comparação reflete a inquietação sobre como decisões judiciais podem impactar a legitimidade das eleições em contextos políticos polarizados.
