Eduardo Bolsonaro classifica vídeo de Michelle como ato de imaturidade
Eduardo Bolsonaro critica Michelle Bolsonaro por vídeo polêmico nas redes sociais.
Eduardo Bolsonaro, ex-deputado federal, manifestou sua desaprovação em relação à madrasta e ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, após ela publicar um vídeo nas redes sociais no final de junho. No vídeo, Michelle alegou ter sido desrespeitada, humilhada e maltratada pelo enteado, Flávio Bolsonaro, que é senador e pré-candidato à Presidência pelo PL.
Em entrevista, Eduardo afirmou que a atitude de Michelle foi uma “imaturidade” e que ela não deveria ter feito aquele vídeo. Ele também comentou que é natural que haja disputas por um cargo tão almejado quanto a Presidência da República, o que teria levado a divergências internas da família Bolsonaro a se tornarem públicas.
Essa não é a primeira vez que Eduardo critica Michelle. Após o desabafo dela, ele compartilhou postagens que a acusavam de “apunhalar” Flávio e sugeriu que o vídeo era resultado de uma disputa pela candidatura presidencial. Anteriormente, já tinham ocorrido desentendimentos entre eles, especialmente em relação à campanha eleitoral no Ceará.
Quando questionado sobre uma declaração da deputada federal Bia Kicis, que insinuou que pessoas próximas a Eduardo teriam incitado ataques virtuais contra Michelle, ele disse não saber a quais perfis a parlamentar se referia.
Eduardo defendeu que as críticas a Michelle são parte do processo político e que, se ela deseja entrar na política, deve estar preparada para ser cobrada como qualquer outro político, incluindo Jair e Flávio Bolsonaro. Ele ressaltou que a vida pública envolve lidar diariamente com críticas.
Em outro ponto da entrevista, Eduardo mencionou o compromisso de Flávio Bolsonaro em negociar um acordo de livre-comércio com os Estados Unidos, caso vença a eleição presidencial. Ele destacou que o tarifaço americano, com alíquota de 25%, começaria a vigorar em breve.
Eduardo relatou que Flávio pediu aos representantes americanos para não taxarem o Brasil e se comprometeu a negociar um acordo que beneficie ambos os lados, eliminando a necessidade de tarifas sobre produtos brasileiros.
Além disso, ele rejeitou a ideia de que Flávio tenha solicitado a imposição de tarifas para obter vantagens eleitorais, atribuindo essa narrativa ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Eduardo reforçou que as razões para o tarifaço foram explicadas por autoridades americanas.
Por fim, ele expressou confiança de que, quando Flávio se tornar presidente, as tarifas serão eliminadas.
