EUA Ativam Departamento de Guerra Contra Ameaças Estrangeiras nas Eleições

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Trump promete pagar US$ 5 mil a cidadãos dos EUA se seu partido vencer os midterms.

O secretário de Guerra dos Estados Unidos, Pete Hegseth, divulgou um memorando que mobiliza estruturas governamentais para combater interferências estrangeiras nas eleições. O documento foi assinado em 22 de setembro e anunciado recentemente.

A iniciativa se concentra nas eleições de novembro, quando os cidadãos americanos votarão para eleger novos deputados e senadores. Essas eleições, conhecidas como “midterms”, ocorrem na metade do mandato do presidente Donald Trump.

De acordo com informações do Departamento de Guerra, o Comando Cibernético e outras agências federais estarão empenhados em identificar, interromper e neutralizar qualquer tentativa de interferência externa nas eleições.

O memorando também instrui as agências de inteligência a realizar operações para coletar e produzir informações sobre potenciais ameaças estrangeiras. Nenhum país específico foi mencionado no documento.

O texto ressalta a importância de garantir que a voz do povo americano permaneça soberana e livre de interferências externas.

O secretário Pete Hegseth ao lado de Donald Trump durante reunião de gabinete em 26 de março de 2026.

A ação foi anunciada a pouco mais de um mês das eleições de meio de mandato nos Estados Unidos. Em novembro, os eleitores escolherão todos os 435 deputados da Câmara dos Representantes e uma parte dos senadores.

O resultado dessas eleições pode alterar o equilíbrio de forças no Congresso, atualmente dominado pelos republicanos, partido de Trump, que controla tanto a Câmara quanto o Senado.

Pesquisas indicam que os democratas podem ter a chance de conquistar a Câmara e reduzir a vantagem republicana no Senado, o que poderia impactar a governabilidade do presidente.

Para contrabalançar o avanço da oposição, Trump tem incentivado a reconfiguração de mapas eleitorais em diversos estados, visando favorecer candidatos republicanos. Essas mudanças têm sido alvo de questionamentos judiciais.

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