Gartner revela que organizações bem-sucedidas em IA aumentam investimentos em dados e analytics

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Investimentos em inteligência artificial são cruciais para o sucesso organizacional

Organizações que implementam projetos bem-sucedidos de inteligência artificial (IA) destinam até quatro vezes mais de sua receita a áreas como dados, governança, profissionais e gestão de mudança, em comparação com aquelas que obtêm resultados insatisfatórios.

Um estudo recente revelou que menos da metade dos líderes em dados e analytics se sente confiante em seus investimentos atuais em IA e no impacto que isso gera no desempenho financeiro.

Os líderes de dados e analytics desempenham um papel fundamental na realização da ambição de valor da IA nas organizações. Até 2030, sua missão será entregar áreas essenciais, incluindo novos dados confiáveis, bases contextuais e inteligência perceptiva.

Para alcançar esses objetivos, seis mudanças são necessárias nos próximos anos. A primeira é a adoção de uma abordagem de D&A ‘AI-first’, que envolve transformar modelos de negócios e operacionais com a IA, necessitando de uma liderança inovadora.

A colaboração entre humanos e agentes de IA é a segunda mudança, onde o foco não é substituir os humanos, mas sim potencializar suas capacidades. Organizações que adotam essa abordagem terão equipes menores, compostas por talentos diversos e especialistas em IA.

A terceira mudança destaca a importância do contexto como infraestrutura crítica. O sucesso em D&A dependerá do acesso a dados contextuais e governados, exigindo que os líderes redesenhem a arquitetura de D&A para integrar essa camada como o cérebro central dos agentes de IA.

A quarta mudança envolve a implementação de práticas de engenharia conectadas, que substituem práticas isoladas por abordagens integradas em dados, IA e engenharia de software. É necessário avançar de provas de conceito para a escala empresarial.

A quinta mudança enfatiza a necessidade de reformular o controle tradicional, priorizando modelos de governança baseados na confiança. Isso inclui a criação de uma governança dinâmica que incorpore verificações de viés, privacidade e conformidade diretamente nos fluxos de trabalho.

Por fim, a sexta mudança sugere que os líderes de D&A ‘AI-first’ devem ir além do retorno sobre investimento (ROI) para criar um ciclo de valor, onde os ganhos de eficiência sejam reinvestidos em crescimento e inovação.

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