Grupo RBS destaca tema ‘Sempre tem mais Copa’, afirma Tiago Cirqueira
Integração e inovação marcam a cobertura da Copa do Mundo de 2026 pelo Grupo RBS.
A cobertura da Copa do Mundo de 2026 pelo Grupo RBS destacou a integração entre veículos e plataformas, resultando em uma operação robusta que mobilizou cerca de 300 profissionais. A equipe, composta por 20 enviados aos Estados Unidos, México e Canadá, atuou em 13 cidades-sede, refletindo o lema ‘Sempre tem mais Copa’.
O diretor-executivo de Produto Digital do conglomerado enfatizou que o resultado da cobertura foi positivo em diversos aspectos, como a produção de conteúdo e a revelação de talentos. A operação envolveu a colaboração de várias marcas do grupo, incluindo RBS TV, Zero Hora, Diário Gaúcho, GZH, Gaúcha, Atlântida, 92 e ge.globo/rs.
Durante o evento, foram produzidas mais de mil horas de programação temática, com seis atrações específicas para o Mundial e mais de 12 horas diárias de conteúdo ao vivo no YouTube. A Gaúcha, com direitos de transmissão radiofônica, narrou 98 dos 104 jogos da competição.
O planejamento estratégico considerou os hábitos de consumo de informação, permitindo que uma pauta criada por uma equipe circulasse em diferentes meios, como televisão, rádio, jornais e redes sociais, com adaptações adequadas a cada um.
A dimensão territorial da Copa de 2026 apresentou desafios significativos, exigindo deslocamentos frequentes entre cidades distantes e a coordenação de profissionais em diferentes fusos horários. Jersey City, próxima a Nova York, serviu como base, enquanto a equipe também atuou em cidades como Toronto, Cidade do México, Los Angeles, Miami, Boston, Filadélfia, Dallas, Houston, San Francisco e Seattle.
Os desafios logísticos foram evidentes, pois a equipe precisou se mover constantemente, mantendo a produção de conteúdo de forma eficiente. A cobertura não se limitou aos jogos, mas também explorou elementos culturais e comportamentais das diversas regiões. No México, por exemplo, foram revisitadas localidades relacionadas às campanhas da Seleção Brasileira nas Copas de 1970 e 1986.
O planejamento incluiu a busca por histórias ligadas às 48 seleções participantes, aproximando a cobertura internacional da realidade local. O diretor expressou orgulho pela aquisição dos direitos de transmissão, ressaltando a importância de atender a um público ávido por esse tipo de conteúdo.
A equipe enviada aos países-sede contou com uma combinação de comunicadores experientes e novatos. Profissionais como Pedro Ernesto Denardin, que participou de seu 13º Mundial, trabalharam ao lado de estreantes, como Cacau Corazza, César Cidade Dias e outros, que tiveram a oportunidade de vivenciar essa experiência pela primeira vez.
A cobertura também envolveu diversas áreas, incluindo Jornalismo, Entretenimento, Tecnologia, Operações, Produto e Comercial, que colaboraram para a concepção, execução e distribuição dos projetos. O diretor destacou que a colaboração vai além das marcas, envolvendo as pessoas e áreas que se uniram para entregar um conteúdo de qualidade.
Embora as atrações tenham sido específicas para o período do campeonato, o executivo afirmou que a produção integrada continuará a fazer parte da rotina das equipes, garantindo que sempre haverá mais iniciativas e colaborações para beneficiar o público, seja no Rio Grande do Sul ou em qualquer lugar do mundo.
