Justiça do Paraguai determina prisão de empresária por falsificação de documentos de Ronaldinho

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Empresária paraguaia é presa por envolvimento em caso de documentos falsos de Ronaldinho Gaúcho.

A justiça paraguaia determinou a prisão de Dalia López, uma empresária acusada de fornecer documentos falsos a Ronaldinho Gaúcho. Essa ação resultou na detenção do ex-jogador por quase seis meses em Assunção, em 2020.

López foi capturada em 2 de abril após permanecer foragida por seis anos. Desde sua prisão, ela estava sob custódia policial, aguardando o desenrolar do caso.

Na audiência mais recente, o juiz Francisco Acevedo destacou o “risco de fuga” da empresária, que agora permanecerá em prisão preventiva no presídio feminino de Emboscada, localizado a 35 quilômetros da capital paraguaia.

A acusação contra Dalia inclui associação criminosa, além da suposta entrega de documentos falsificados tanto para Ronaldinho quanto para seu irmão, Roberto de Assis Moreira.

A empresária, de 55 anos, foi responsável pela organização da visita de Ronaldinho ao Paraguai, onde ele participaria de um evento beneficente.

No entanto, ao chegar ao país, o ex-atleta foi detido por portar um passaporte e uma carteira de identidade falsificados, o que desencadeou uma série de eventos legais.

Ronaldinho passou quase um mês na prisão do Grupo Especializado da Polícia de Assunção, antes de pagar uma fiança de 1,6 milhão de dólares (aproximadamente 8 milhões de reais) e ser colocado em prisão domiciliar junto com seu irmão.

Durante o período em que aguardaram a resolução do caso, ambos ficaram hospedados em um hotel na capital paraguaia até conseguirem a liberdade. Até o momento, 18 indivíduos foram indiciados por suas ligações com este caso de falsificação.

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