Lula aumenta vantagem sobre Flávio Bolsonaro no primeiro turno e venceria todos os adversários no segundo turno segundo CNT/MDA

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Pesquisa indica vantagem crescente de Lula sobre Flávio Bolsonaro nas intenções de voto para 2026.

Uma recente pesquisa CNT/MDA revelou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as intenções de voto para a eleição presidencial de 2026, alcançando 41,8% das preferências. Em contrapartida, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece com 28,2%. Essa diferença entre os dois candidatos aumentou, passando de 9 pontos para 13,6 pontos percentuais em comparação ao levantamento anterior realizado em abril.

No cenário de um segundo turno, Lula se destaca ainda mais, com 49,3% dos votos contra 36,8% de Flávio Bolsonaro. Essa vantagem também cresceu, passando de 4,7 pontos para 12,5 pontos. Considerando a margem de erro de 2,2 pontos percentuais, Lula se posiciona como favorito para a reeleição.

Os dois candidatos dominam a disputa no primeiro turno, sem que outros nomes ameaçassem sua liderança. Entre os demais pré-candidatos, Ronaldo Caiado (PSD) apresenta 4%, uma leve queda em relação aos 4,6% de abril. Romeu Zema (Novo) caiu de 3,3% para 2,8%, enquanto Renan Santos (Missão) teve um pequeno aumento, passando de 1,8% para 2%. Novos nomes também foram incluídos na pesquisa, como Joaquim Barbosa (DC) com 2,3%, Michel Temer (MDB) com 1,9% e Augusto Cury (Avante) com 1,8%.

Os votos brancos e nulos somam 7%, enquanto 7,9% dos eleitores permanecem indecisos, uma leve queda em relação aos 10,4% e 8,9% registrados em abril.

Lula não apenas lidera em relação a Flávio Bolsonaro, mas também se mostra forte contra outros adversários da oposição. Ele teria 48,8% contra 31,6% de Zema, 48,4% contra 32,2% de Caiado, e uma vantagem de 49,3% a 28% sobre Renan Santos. Contra Joaquim Barbosa, a vantagem seria de 47,5% a 28,9%, e contra Augusto Cury, 49,2% a 28,4%. Em um eventual confronto com Michel Temer, Lula venceria por 49,5% a 24,9%.

Apesar da polarização entre os dois principais candidatos, a pesquisa também evidenciou um desejo crescente por uma terceira via nas eleições. Cerca de 35,8% dos entrevistados expressaram preferência por um candidato que não seja Lula ou alguém da família Bolsonaro, representando o maior percentual desde o início da série histórica, em comparação aos 31,7% da pesquisa anterior.

Além disso, 65% dos entrevistados consideram importante a presença de um candidato que represente essa terceira via, embora 50,9% não consigam nomear um político específico. Por outro lado, 67,1% afirmaram já ter definido seu voto, com 79% dos eleitores de Lula e 71% dos de Flávio Bolsonaro mostrando convicção em suas escolhas.

A pesquisa também revelou o potencial de voto dos candidatos. Lula possui um potencial de 52,9%, considerando aqueles que votariam com certeza (38,7%) e os que poderiam votar nele (14,2%). Em contraste, 45,7% dos entrevistados afirmaram que não reelegeriam o presidente. O potencial de Flávio Bolsonaro é de 39,6%, com 24,3% dispostos a votar com certeza e 15,3% que poderiam votar nele, enquanto 56,5% declararam que não votariam no senador.

Na pesquisa espontânea, onde os nomes não são apresentados, Lula foi mencionado por 34,6% dos eleitores, um aumento em relação aos 28,7% de abril. Flávio Bolsonaro subiu de 16,6% para 19,8%, enquanto o ex-presidente Jair Bolsonaro, atualmente em prisão domiciliar, foi citado por 1,7%. Outros candidatos, como Caiado e Renan Santos, receberam 1,5% e 1%, respectivamente. A soma de votos brancos e nulos caiu de 9% para 7%, e 32,4% dos entrevistados se declararam indecisos, uma diminuição em relação aos 38,6% da pesquisa anterior.

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