Lula desafia Trump e Milei afirmando que a extrema direita não retornará
Lula critica interferência estrangeira e reafirma compromisso com a democracia brasileira.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou uma lei que estabelece uma linha de crédito para apoiar empresas impactadas por tarifas impostas pelos Estados Unidos. Em um discurso recente, Lula também abordou a questão da interferência de líderes estrangeiros nas eleições brasileiras, mencionando Donald Trump e Javier Milei.
Durante a convenção do PT que confirmou a candidatura de Elmano de Freitas ao governo do Ceará, Lula enfatizou que a extrema direita não retornará ao poder enquanto ele estiver vivo. Ele expressou sua disposição em não aceitar ajuda externa, afirmando que a única assistência desejada é do povo brasileiro para preservar a democracia.
O presidente ressaltou a importância de investir na educação, propondo a criação de mais universidades e institutos federais. Ele destacou a necessidade de formar profissionais em áreas como engenharia e inteligência artificial, para que o Brasil possa competir globalmente, especialmente com a China. Lula acredita que o país possui o potencial para se destacar em investimentos e inovações.
Além disso, Lula reafirmou sua postura de não se submeter a pressões externas, afirmando que “ninguém fará eu baixar a cabeça para ninguém”. Essa declaração reflete sua intenção de manter a soberania nacional e a dignidade do Brasil no cenário internacional.
Na semana anterior, Lula já havia se referido a Trump e Milei, destacando que não deseja conflitos com o presidente americano e criticando as declarações de Milei durante sua visita ao Brasil, onde o argentino ofendeu Lula e um ministro do Supremo Tribunal Federal. A situação levou o Brasil a convocar seu embaixador na Argentina, evidenciando a tensão nas relações bilaterais.
