Malta registra ocorrência contra enfermeira e nega agressão

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Senador Magno Malta registra boletim de ocorrência negando agressão a técnica de enfermagem.

O senador Magno Malta, do PL do Espírito Santo, formalizou um boletim de ocorrência na Polícia Civil do Distrito Federal, onde refuta as acusações de agressão contra uma técnica de enfermagem que o atendeu durante sua internação hospitalar. Ele pede a investigação dos fatos e a responsabilização da profissional por possíveis abusos.

Malta está internado em Brasília desde a última quinta-feira, após sofrer um mal súbito no Congresso Nacional. Durante sua internação, ele passou por diversos exames, sendo que a suposta agressão teria ocorrido durante um desses procedimentos, levando a denúncia à PCDF.

Em um vídeo, o senador descreve a queixa-crime como parte de uma “guerra espiritual” que visa “destruir sua reputação”. Ele ainda declarou que, caso exista alguma gravação que comprove a agressão, renunciará ao seu cargo.

O incidente teria acontecido durante a administração de um líquido de contraste em seu braço direito. Ambas as versões do ocorrido mencionam um vazamento da substância e dor no local. Ao perceber a situação, o senador teria se dirigido à técnica de enfermagem com palavras depreciativas, enquanto ela alega ter sido agredida fisicamente, resultando em danos aos seus óculos.

A situação foi prontamente condenada por entidades representativas da enfermagem no Distrito Federal. O Conselho Regional de Enfermagem destacou em nota que “a violência contra trabalhadores da saúde ultrapassa limites aceitáveis e representa um problema que não deve ser tratado como isolado”.

<pNa versão apresentada por Malta à polícia, ele nega qualquer ato de agressão. O boletim menciona que, devido ao seu estado clínico, dor intensa e uso de medicação, sua reação foi compatível com o sofrimento, mas não constituiu agressão física contra os profissionais de saúde.

O senador expressou surpresa com a formalização da ocorrência policial contra ele e afirmou que “não houve qualquer conduta dolosa ou agressão deliberada”, atribuindo sua reação ao estado de dor intensa durante o atendimento médico.

Malta também pediu a realização de perícia no local onde a injeção foi aplicada, nos óculos da técnica e nas gravações das câmeras de segurança do hospital. Após registrar a ocorrência, ele foi encaminhado ao Instituto Médico Legal para exame de corpo de delito.

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