Manifesto de Cole Allen, autor do ataque a jantar de Trump, é divulgado

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Atirador planejou ataque durante evento com Donald Trump

Cole Allen, o atirador que tentou invadir um jantar com o presidente dos Estados Unidos, enviou uma mensagem aos familiares antes de seu confronto com o Serviço Secreto. O incidente ocorreu no Washington Hilton Hotel, onde o evento estava sendo realizado no dia 25 de abril de 2026.

No manifesto, Allen expressou sua intenção de assassinar autoridades do governo Trump, exceto o diretor do FBI. Essa informação foi divulgada como uma conclusão preliminar por parte do Departamento de Justiça dos EUA.

O atirador afirmou que nada o impediria de atingir seus alvos. Ele descreveu sua determinação em passar por qualquer pessoa que estivesse no evento, considerando que muitos dos presentes eram cúmplices ao apoiar o presidente.

Allen também fez várias referências à sua fé cristã em seu manifesto. Ele criticou as políticas da administração Trump, incluindo ações contra narcotraficantes venezuelanos e a detenção de imigrantes ilegais.

O manifesto continha um pedido de desculpas a familiares e desconhecidos que poderiam ser afetados por suas ações. Allen demonstrou uma consciência de suas ações e a gravidade da situação que estava prestes a criar.

Ele explicou suas regras de engajamento, destacando que os funcionários da administração eram seus principais alvos, mas que buscaria evitar vítimas entre a segurança e os hóspedes do hotel.

O ataque ocorreu durante o tradicional jantar com jornalistas, um evento que reúne o presidente, membros do governo e profissionais da mídia. O Serviço Secreto reagiu rapidamente, retirando Trump do local assim que os tiros foram disparados.

O suspeito, Cole Allen, de 31 anos, que possui formação em engenharia, foi encontrado com duas armas de fogo e facas. Ele está sob custódia das autoridades e foi classificado como um “lobo solitário” pelo presidente Trump.

Apesar da tensão, Trump e outros convidados do jantar não sofreram ferimentos graves, embora um agente do Serviço Secreto tenha sido baleado durante a ação.

O jantar, organizado pela Associação dos Correspondentes da Casa Branca, é uma tradição que remonta a 1921, celebrando a liberdade de imprensa e permitindo que o presidente se dirija à mídia de forma descontraída.

O evento é visto como uma oportunidade para reforçar a importância da liberdade de expressão, um direito fundamental consagrado na Constituição dos Estados Unidos.

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