Militares dos EUA atacam embarcação no Pacífico em nova ação contra tráfico de drogas; dois tripulantes conseguem sobreviver
EUA realizam ataque a embarcação no Pacífico, resultando em um morto e dois sobreviventes.
As Forças Armadas dos EUA confirmaram um ataque a uma embarcação no Pacífico Ocidental, próximo à costa da América do Sul e Central, que resultou na morte de uma pessoa e deixou dois sobreviventes.
Desde o segundo semestre do ano passado, ataques semelhantes têm sido registrados no Mar do Caribe e na costa sul-americana do Pacífico, levantando preocupações sobre a escalada de ações militares na região.
O governo dos EUA justifica essas operações como parte de uma estratégia para combater grupos considerados “narcoterroristas”. No entanto, organizações de direitos humanos criticam essas ações, classificando-as como execuções extrajudiciais.
O Comando Sul dos EUA informou que um homem foi morto no ataque, enquanto dois homens conseguiram sobreviver ao confronto.

Militares dos EUA bombardeiam novamente embarcação no Pacífico sob acusação de tráfico de drogas.
“Em 16 de junho, por ordem do comandante do Comando Central, Gen. Francis L. Donovan, a Força-Tarefa Conjunta Lança do Sul realizou um ataque cinético letal contra um navio operado por Organizações Terroristas Designadas. A inteligência confirmou que a embarcação estava transitando por rotas conhecidas de tráfico de narcóticos no Pacífico Oriental e estava envolvida em operações de tráfico de narcóticos. Um narcoterrorista do sexo masculino foi morto durante esta ação, e houve dois sobreviventes do sexo masculino. Após o confronto, o Comando Central notificou imediatamente a Guarda Costeira dos EUA para ativar o sistema de Busca e Salvamento para os sobreviventes. Nenhuma força militar dos EUA foi ferida”, diz o comunicado divulgado na rede social X.
Os ataques militares dos EUA contra embarcações envolvidas no tráfico de drogas já resultaram na morte de mais de 200 pessoas desde setembro do ano passado.
Embora o Comando Sul tenha realizado esses ataques, não foram divulgadas informações sobre as organizações ou indivíduos envolvidos, nem detalhes adicionais sobre as alegações feitas.
