Monark retorna ao YouTube após três anos de banimento da plataforma
Bruno Aiub, ex-sócio do Flow Podcast, retorna ao YouTube com novo programa.
O influenciador Bruno Monteiro Aiub, anteriormente conhecido como Monark, fez seu retorno ao YouTube após um hiato de três anos, durante o qual foi banido de várias plataformas e redes sociais. Em um vídeo publicado no domingo, ele anunciou o lançamento do programa intitulado “Bruno Aiub Show”, buscando se desvincular do apelido que o tornou famoso.
Em sua declaração, Bruno expressou seu desejo de que seu nome real fosse utilizado na internet, afirmando que “Monark” carrega uma conotação de personagem. Ele mencionou: “Estou mudando o nome do podcast porque acho que estou ficando velho e quero que meu nome real seja o nome na internet”.
O influenciador revelou que o primeiro vídeo foi gravado com o intuito de ativar a monetização do canal. Embora tenha mostrado a estrutura do estúdio, não forneceu detalhes sobre os convidados ou as datas das próximas transmissões.
Até a manhã da terça-feira, o vídeo já havia acumulado mais de 3.000 comentários e 120.000 visualizações, enquanto o canal contava com mais de 38.000 inscritos.
Bruno Aiub enfrentou diversas restrições em suas contas nas redes sociais, que foram bloqueadas por decisões do Supremo Tribunal Federal entre 2022 e 2023. As determinações foram mantidas pela 1ª Turma do STF em setembro de 2024.
Em fevereiro de 2025, os perfis de Bruno nas redes sociais foram desbloqueados por uma decisão do ministro do STF, que impôs a condição de que ele se abstivesse de publicar ou compartilhar informações falsas sobre o STF e o TSE.
Recentemente, o Ministério Público de São Paulo desistiu de uma ação pública contra Bruno, que envolvia declarações polêmicas sobre o nazismo feitas em 2022. O MP avaliou que suas declarações estavam mais relacionadas à liberdade de expressão do que à defesa do ideário nazista.
Na ocasião, Bruno havia afirmado que o nazista deveria ter o Partido Nazista reconhecido e que as pessoas têm o direito de serem contra judeus. Embora tenha pedido desculpas e declarado que estava “muito bêbado” no momento, ele foi desligado da empresa que ajudou a fundar e perdeu contratos com diversos anunciantes.
Em nota, Bruno comentou sobre a decisão do MP, afirmando que é uma vitória para o Brasil, destacando a importância de discutir temas delicados e que não houve ataque a qualquer comunidade judaica.
