Nova York sabia que ar era perigoso após 11 de Setembro, revelam documentos secretos

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Novos documentos revelam que autoridades de Nova York sabiam sobre a contaminação do ar após o 11 de Setembro.

Recentemente, documentos revelados pelo governo de Nova York indicam que as autoridades estavam cientes de que a qualidade do ar nas proximidades do marco zero do atentado de 11 de Setembro não era segura para a população.

Essas informações fazem parte de um extenso conjunto de 170 mil páginas que documentam as consequências do ataque, divulgadas na semana em que se comemora o 25º aniversário do evento trágico.

Os registros incluem dados sobre a contaminação do ar coletados por agências ambientais logo após o atentado, além de relatórios que evidenciam conversas internas sobre a preocupação com a saúde pública e o potencial de responsabilização judicial por parte da cidade.

O prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, destacou que, à medida que o tempo passa, o impacto humano do 11 de Setembro se torna mais evidente, com um número crescente de pessoas morrendo de doenças relacionadas ao evento, superando o número de vítimas fatais do dia dos ataques.

Embora cerca de 3 mil pessoas tenham perdido a vida no atentado, muitos outros, incluindo membros das equipes de emergência que trabalharam arduamente nos destroços, sofrem com doenças graves, como câncer, decorrentes da exposição a substâncias tóxicas no local.

Os documentos recentemente divulgados estavam armazenados em 68 caixas em um escritório do governo e foram descobertos no ano passado, revelando um aspecto importante da resposta das autoridades à tragédia.

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