Novo Desenrola Brasil deixa de ter validade após MP não ser aprovada como lei

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Cinco medidas provisórias do governo federal perdem validade após não serem convertidas em lei.

Recentemente, cinco medidas provisórias editadas pelo governo federal perderam a validade por não terem sido convertidas em lei dentro do prazo estipulado. Dentre essas, destaca-se a MP que instituiu o Novo Desenrola Brasil, um programa voltado para o reequilíbrio financeiro das famílias brasileiras.

Os atos que declararam o fim da vigência dessas medidas foram publicados no Diário Oficial da União e assinados pelo presidente do Congresso Nacional. A perda de validade dessas MPs representa um desafio para a implementação de políticas públicas que visam o apoio à população em situações financeiras adversas.

A MP 1.355, que criou o Programa Extraordinário de Reequilíbrio Financeiro das Famílias, tinha como objetivo principal oferecer suporte financeiro e também abordava a transferência de recursos ao Fundo de Garantia de Operações. O prazo de vigência dessa medida expirou em 31 de agosto.

Além da MP 1.355, as outras quatro medidas que perderam a validade incluem:

  • MP 1.351 – Esta medida abriu um crédito extraordinário de R$ 330 milhões para o Ministério de Minas e Energia, com validade até 25 de agosto;
  • MP 1.352 – Destinou R$ 5 bilhões para Encargos Financeiros da União, e sua vigência terminou em 26 de agosto;
  • MP 1.353 – Autorizou a União a aumentar a participação no Fundo Garantidor para Investimentos e a destinar recursos para a compra de veículos sustentáveis, com validade até 27 de agosto;
  • MP 1.354 – Abriu um crédito extraordinário de R$ 17 bilhões para Encargos Financeiros da União e Operações Oficiais de Crédito, também perdendo a validade em 27 de agosto.

O Diário Oficial da União também trouxe a prorrogação por 60 dias de outras duas medidas provisórias. A MP 1.376, que aborda linhas de crédito para produtores rurais afetados por eventos climáticos adversos, e a MP 1.377, que abre um crédito extraordinário de R$ 13,285 bilhões para diferentes órgãos e operações de crédito, continuam a vigorar, oferecendo suporte em momentos de crise.

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