Postos gaúchos enfrentam dificuldades na aquisição de combustíveis em meio à guerra no Oriente Médio

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Postos de combustíveis enfrentam dificuldades de abastecimento devido à guerra no Oriente Médio.

Um levantamento recente indicou que 88% dos postos de combustíveis do Rio Grande do Sul estão recebendo produtos de forma parcial, impactados pela alta nos preços do petróleo decorrente do conflito no Oriente Médio.

Enquanto isso, apenas 12% dos estabelecimentos estão conseguindo atender aos pedidos de combustíveis na totalidade. Os revendedores relatam dificuldades significativas para adquirir gasolina comum e aditivada, além do diesel S500 e S10.

De acordo com o presidente de uma entidade representativa do setor, as distribuidoras têm implementado um sistema de racionamento nas entregas, refletindo a situação de insegurança no abastecimento desde o início do conflito. Apesar disso, não se observa uma falta generalizada de combustíveis, mas sim interrupções momentâneas na distribuição.

As cotas estabelecidas pela Petrobras para a retirada de produtos também têm contribuído para a instabilidade no abastecimento. A pressão por maior volume de compras junto às distribuidoras tem gerado restrições nas entregas, especialmente para postos independentes que não mantêm contratos com as grandes empresas e, por isso, enfrentam maiores dificuldades para garantir a aquisição dos produtos.

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