Prerrogativas afirmam que Messias não poderá incluir AGU em pauta criminal
Marco Aurélio Carvalho critica relatório da PF sobre advogado-geral da União.
Marco Aurélio Carvalho, coordenador do grupo Prerrogativas, manifestou-se sobre o relatório da Polícia Federal que menciona o advogado-geral da União, Jorge Messias, em relação ao inquérito do Banco Master. Segundo ele, o documento contém equívocos significativos.
O relatório foi utilizado por Alexandre de Moraes para solicitar a investigação de André Mendonça, relator do caso no Supremo Tribunal Federal. O texto afirma que a Advocacia Geral da União optou por não interpor recursos diante de possíveis direcionamentos na investigação.
Carvalho defendeu a postura de Messias, destacando que a AGU não possui atribuições penais em casos que envolvem a Polícia Federal. Ele ressaltou que Messias tem sido alvo de críticas infundadas e que sua relação com Mendonça é pautada pela integridade.
INTERLOCUÇÃO
Na mesma data, a AGU emitiu uma nota esclarecendo a atuação de Messias no caso em questão. O comunicado enfatiza que o advogado-geral buscou facilitar a comunicação entre Mendonça e o ministro Edson Fachin.
A nota destaca que, por dever legal e compromisso institucional, a AGU continuará a buscar soluções pacíficas e dialogadas para eventuais conflitos, visando preservar a harmonia entre os Poderes da República.
