Ratinho Junior abandona pré-candidatura à presidência e permanece no governo do Paraná
Ratinho Junior desiste de pré-candidatura à presidência e foca em finalizar seu mandato no Paraná.
O governador do Paraná, Ratinho Junior, uma das figuras mais mencionadas como potencial candidato a uma terceira via nas eleições presidenciais de 2026, anunciou sua desistência de concorrer. A decisão foi divulgada em uma nota oficial nesta segunda-feira.
Na nota, Ratinho Junior afirmou que optou por concluir seu mandato até dezembro deste ano, o que implica que não buscará qualquer cargo público nas próximas eleições, uma vez que encerrará seu segundo mandato. Ele foi eleito pela primeira vez em 2018 e reeleito em 2022.
De acordo com informações, o governador planeja retornar ao setor privado e assumir a presidência do Grupo de Comunicação fundado por seu pai, o apresentador Ratinho. Assim, ele se retira das discussões internas do PSD, que está em processo de escolha de um candidato para as eleições presidenciais.
A decisão foi tomada após uma reflexão cuidadosa com sua família, e o presidente do PSD, Gilberto Kassab, foi informado sobre a escolha na manhã de segunda-feira.
Ratinho Junior expressou que deseja honrar o compromisso assumido com os paranaenses em 2018 e não pode interromper um projeto que tem contribuído para o crescimento econômico do estado. Sob sua gestão, o Paraná alcançou 85% de aprovação, destacou-se pela excelência na educação, reduziu os índices de criminalidade e recebeu investimentos significativos em infraestrutura.
A assessoria de Kassab comunicou que ainda não há uma posição oficial sobre a desistência de Ratinho Junior e que o governador continuará à disposição do partido para contribuir com o Brasil, buscando soluções que promovam um futuro mais otimista para a juventude e o fortalecimento do agronegócio.
O PSD agora considera outras opções para a candidatura à presidência, incluindo os governadores Ronaldo Caiado e Eduardo Leite. O partido também poderá optar por não lançar um candidato e apoiar um dos líderes nas pesquisas, como Lula ou Flávio Bolsonaro.
