Renan critica ascensão de Cury como covardia e ciclo de rivotril

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Candidato Renan Santos critica crescimento de Augusto Cury nas pesquisas eleitorais.

O candidato à Presidência, Renan Santos, do partido Missão, expressou sua preocupação com o aumento da popularidade de Augusto Cury, do Avante, nas pesquisas de intenção de voto. Ele descreveu esse crescimento como a “ascensão da covardia” e alertou que os eleitores que se deixam levar pelo “discurso vazio” de Cury estão apenas perpetuando um “ciclo de Rivotril”.

Renan realizou um ato em celebração ao Sete de Setembro em frente ao monumento do Obelisco, localizado no parque Ibirapuera. Durante o evento, ele afirmou que “as pessoas estão viciadas no erro”, referindo-se ao desempenho de Cury nas pesquisas eleitorais.

Augusto Cury, conhecido por seus livros de autoajuda, obteve o terceiro lugar em uma pesquisa recente, com 10% das intenções de voto, marcando um crescimento significativo de oito pontos em relação à pesquisa anterior. Esse avanço também foi confirmado por outros levantamentos, que indicam que Cury está se distanciando de concorrentes que se posicionavam como alternativas aos principais candidatos, Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro. Apesar do crescimento de Cury, a disputa continua polarizada entre os candidatos do PT e do PL.

No ato, Renan leu um manifesto que criticava o “estado de coisas” que levou ao escândalo do Banco Master, pedindo a saída de figuras importantes do governo, como os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, além do diretor-geral da Polícia Federal e do procurador-geral da República.

O deputado federal Kim Kataguiri, também do partido Missão, fez um apelo pela prisão de Moraes e criticou outros candidatos à Presidência, alegando que não possuem a “independência” necessária para apoiar essa demanda.

Kim afirmou: “Tenho certeza que, seja por canalhice, por envolvimento com Vorcaro ou o Master, ou por covardia, as outras candidaturas não vão se comprometer”. Ele também criticou Dias Toffoli, que recentemente suspendeu a campanha digital de Renan, mas posteriormente reverteu a decisão.

O deputado expressou sua confiança de que, se a Polícia Federal o acordar às 6 da manhã, será por razões relacionadas a suas críticas a Toffoli, e não por envolvimentos ilícitos.

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