Retirada de Minas no Estreito de Ormuz Pode Levar Até 6 Meses, Avisa Pentágono

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Retirada de minas no Estreito de Ormuz pode impactar preços globais de combustíveis.

O Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais estratégicas do mundo, enfrenta um fechamento potencial devido à instalação de minas, o que pode levar até seis meses para ser resolvido. A situação foi discutida em uma apresentação do Pentágono, que alertou sobre as consequências globais para os preços dos combustíveis.

Desde o início do conflito em 28 de fevereiro, o estreito está praticamente inoperante, com bombardeios realizados pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã. Essa região é responsável por quase 20% do petróleo e gás consumidos globalmente, tornando-a vital para a economia mundial.

Fontes anônimas indicam que o Irã pode ter colocado mais de 20 minas na área, dificultando a navegação. Algumas dessas minas foram instaladas utilizando tecnologia GPS, enquanto outras foram colocadas por embarcações menores, o que complica ainda mais a detecção e remoção.

“Um fechamento de seis meses do Estreito de Ormuz é uma impossibilidade e algo completamente inaceitável”, afirmou um porta-voz do Pentágono, desmentindo a gravidade da situação.

O porta-voz enfatizou que a informação sobre o fechamento prolongado é baseada em uma sessão confidencial e que muitos pontos discutidos são falsos. A Guarda Revolucionária do Irã, por sua vez, alertou sobre uma “zona perigosa” de 1.400 quilômetros quadrados, onde minas podem estar localizadas.

Esse cenário gera preocupações sobre a estabilidade do mercado de energia e a segurança das rotas marítimas, essenciais para o comércio internacional. A situação no Estreito de Ormuz continua a ser monitorada de perto, dado seu impacto significativo nas economias globais.

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