Rio Grande do Sul expande monitoramento da qualidade do ar com instalação de novas estações

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Governo do Rio Grande do Sul expande monitoramento da qualidade do ar com novas estações.

O governo do Rio Grande do Sul iniciou a operação de novas estações de monitoramento da qualidade do ar, integradas à Rede Ar do Sul. Essa ação fortalece as políticas públicas ambientais e contribui para a transparência das informações ambientais no estado.

A partir do dia 10 de abril, as unidades instaladas em Porto Alegre e Caxias do Sul começaram a transmitir dados para a rede, gerida pela Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam). Essa expansão é resultado de um contrato assinado em 2024, que prevê o monitoramento contínuo da qualidade do ar em Porto Alegre, Caxias do Sul e Santa Maria por um período de quatro anos.

Em Porto Alegre, uma estação temporária que realizava o monitoramento no último ano foi substituída por uma estrutura definitiva, localizada no Centro Estadual de Treinamento Esportivo (Cete). Isso garante a continuidade da coleta de dados essenciais para a análise da qualidade do ar na região.

A estação em Caxias do Sul está situada na sede do 4º Batalhão de Choque da Brigada Militar e ambas as unidades têm a função de monitorar poluentes atmosféricos como dióxido de enxofre (SO₂), material particulado (MP10 e MP2,5), ozônio (O₃), dióxido de nitrogênio (NO₂) e monóxido de carbono (CO). Os dados gerados já estão sendo divulgados em boletins a partir de 13 de abril.

Além disso, uma estação em Santa Maria já foi contratada e está em fase final de instalação, com previsão de início de operação em breve. Também está em andamento a contratação de uma estação móvel de monitoramento, que possibilitará medições em diversas regiões do estado, ampliando a capacidade de resposta a episódios de poluição.

Avanço na gestão ambiental

A Rede Ar do Sul já conta com estações em outros municípios, como Canoas, Esteio, Gravataí, Guaíba, Triunfo e Candiota, formando um sistema robusto para o acompanhamento da qualidade do ar no estado.

Segundo o presidente da Fepam, Renato Chagas, a ampliação do monitoramento é um passo significativo na gestão ambiental. Ele ressaltou que a operação das novas estações fortalece a Rede Ar do Sul e melhora a capacidade de monitoramento, promovendo uma atuação mais eficaz e transparente.

Chagas também enfatizou como a ampliação do monitoramento pode impactar a formulação de políticas públicas. Com mais dados e uma cobertura territorial ampla, a gestão da qualidade do ar é qualificada, permitindo decisões que beneficiem tanto a população quanto o meio ambiente.

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