Rio Grande do Sul registra menor taxa de desocupação em 14 anos

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Taxa de desocupação no Rio Grande do Sul atinge menor nível desde 2012

Levantamento recente revela que a taxa de desocupação no Rio Grande do Sul alcançou 4% entre janeiro e março de 2026, o menor nível para um primeiro trimestre desde 2012. Este percentual se refere a cidadãos que estiveram à procura de emprego nos últimos 30 dias.

Comparado ao mesmo período de 2025, o índice caiu 1,2 ponto percentual, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua. Esta pesquisa fornece uma visão abrangente sobre as condições do mercado de trabalho no Brasil.

José Scorsatto, titular da Secretaria de Trabalho e Desenvolvimento Profissional, afirmou que os resultados são reflexo das políticas públicas focadas na qualificação profissional e na intermediação de mão-de-obra, que têm fortalecido as oportunidades de emprego no Estado. Ele destacou que as ações implementadas estão contribuindo para a redução da desocupação, que caiu cerca de 24% em relação ao trimestre anterior.

Outras estatísticas

No primeiro trimestre de 2026, o Rio Grande do Sul registrou um dos maiores índices de empregados com carteira assinada do setor privado do Brasil, alcançando 80,5%. Santa Catarina lidera esse ranking com 86,7%, enquanto São Paulo ocupa a segunda posição com 82,1%.

Além disso, a pesquisa indicou que o número de “desalentados”, ou seja, aqueles que desejam trabalhar mas desistiram de procurar emprego, foi de apenas 0,7% no Estado, o segundo menor do país, atrás apenas de Santa Catarina. A média nacional deste índice é de 2,4%.

O número total de pessoas ocupadas no Rio Grande do Sul atingiu 5,895 milhões, resultando em uma taxa de ocupação estimada em 62,9%. Esse desempenho coloca o Estado na sexta posição entre as unidades federativas com os melhores indicadores de mercado de trabalho.

Em relação à informalidade, 1,783 milhão de trabalhadores estavam ocupados sem registro formal. O número de subutilizados foi estimado em 526 mil, com uma taxa de subutilização de 8,4%, a sexta menor do Brasil.

O governo do Estado, por meio do portal estado.rs.gov.br, enfatiza que esses indicadores reforçam o fortalecimento do mercado de trabalho gaúcho, com a manutenção de baixos índices de desocupação e estabilidade nas principais métricas relacionadas à ocupação e geração de renda.

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