Roubo de Joias do Louvre: Suspeitos Revelam que Lucro Poderia Chegar a 25 Mil Euros
Dois homens são detidos por roubo de joias no Museu do Louvre em Paris.
Dois homens foram presos sob suspeita de envolvimento no roubo de joias do Museu do Louvre, um dos mais icônicos do mundo, localizado em Paris. O crime ocorreu em outubro de 2025 e, segundo informações, os suspeitos estavam prestes a receber uma quantia significativa pelo ato criminoso.
Os detidos, identificados como Abdoulaye N., de 40 anos, e Ghelamallah A., de 36 anos, prestaram depoimento à polícia em junho. Durante os interrogatórios, revelaram que poderiam ganhar entre 15 mil e 25 mil euros, dependendo do sucesso da operação. Um mentor não identificado teria planejado o roubo.
O roubo aconteceu em plena luz do dia, no dia 19 de outubro, quando os homens utilizaram uma escada para acessar o segundo andar do museu. Eles quebraram uma janela, arrombaram vitrines com ferramentas e conseguiram escapar em scooters, tudo em menos de sete minutos.
Ambos os suspeitos residiam na região norte de Paris e foram capturados pouco depois do crime. Eles enfrentam acusações de roubo e associação criminosa, com investigações ainda em andamento para identificar outros possíveis envolvidos.
As joias roubadas, cujo valor é estimado em cerca de 550 milhões de reais, são consideradas de “valor inestimável” pelo ministro do Interior francês, Laurent Nuñez. O Louvre, que abriga mais de 33 mil obras de arte, é o museu mais visitado do mundo e é famoso por sua rica coleção, incluindo a Mona Lisa.
Os depoimentos dos suspeitos revelaram que, embora não soubessem o destino das peças roubadas, um deles mencionou que as joias poderiam ser vendidas no exterior. Além dos dois homens detidos, outras duas pessoas estão sob investigação.
A invasão ocorreu cerca de 30 minutos após a abertura do museu aos visitantes, e as câmeras de segurança registraram o momento do crime, que foi amplamente noticiado na época. A arquitetura do museu e os detalhes da invasão foram analisados em reportagens que destacaram a audácia dos criminosos.
Os investigadores permanecem cautelosos quanto à existência de um mentor, pois não foram encontrados registros de comunicação que comprovem a coordenação do crime por outra pessoa.
