São Paulo interrompe rodízio de veículos pelo segundo dia devido à greve da CPTM
Rodízio de veículos em São Paulo é suspenso devido à greve da CPTM.
A Prefeitura de São Paulo suspendeu o rodízio municipal de automóveis nesta quarta-feira, 5 de agosto de 2026, em decorrência da continuidade da greve dos trabalhadores da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).
A liberação abrange veículos com placas finais 5 e 6, que estão isentos das restrições em vigor nos dois períodos habituais: das 7h às 10h e das 17h às 20h.
As equipes da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) estão monitorando as condições de circulação na cidade e orientando os motoristas. Contudo, as restrições para veículos pesados, como caminhões, e as zonas de máxima restrição à circulação de caminhões e fretados permanecem em vigor.
Importante ressaltar que as faixas exclusivas para ônibus não serão liberadas para a circulação de automóveis durante esse período.
Além disso, a prefeitura comunicou que consultas e exames de pacientes que foram afetados pela paralisação na terça-feira, 4 de agosto, e nesta quarta-feira, 5 de agosto, serão reagendados. As unidades de saúde entrarão em contato diretamente com os usuários, que não precisam comparecer aos locais para solicitar uma nova data.
Os pacientes que tiverem dúvidas podem procurar a gerência da Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência.
GREVE DA CPTM
A paralisação dos ferroviários completou seu segundo dia e impacta as linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade.
Atualmente, as linhas 11 e 12 estão operando de forma parcial, enquanto a Linha 13-Jade e o Expresso Aeroporto seguem sem circulação.
Os trabalhadores exigem garantias formais de manutenção dos empregos durante a transferência dos ramais para a iniciativa privada. O governo de São Paulo assegura que não haverá demissões durante o processo de realocação, mas o sindicato solicita que esse compromisso seja formalizado por escrito.
Uma nova assembleia da categoria está agendada para as 17h desta quarta-feira. O Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2) determinou que 80% do efetivo deve ser mantido durante os horários de pico e 60% nos demais períodos.
