SOU se torna cliente zero da Microsoft Copilot em operação de marketing com inteligência artificial

Compartilhe essa Informação

SOU adota Microsoft Copilot e transforma sua estratégia de Marketing com Inteligência Artificial

A SOU, empresa de Caxias do Sul especializada em Cloud, AI&Data e Cybersecurity, implementou o Microsoft Copilot na sua área de Marketing, adotando a prática de ser “customer zero”. Essa abordagem permite que a empresa teste as soluções recomendadas pelo mercado internamente antes de oferecê-las aos seus clientes.

A iniciativa ocorreu em 2024, em um período de rebranding, incorporação de uma nova empresa de cibersegurança e crescimento acelerado. O principal desafio era transformar o direcionamento estratégico em escala, consistência e velocidade. Para isso, a equipe desenvolveu um kit de marca acessível a todos os colaboradores, permitindo que diferentes áreas criem conteúdos visuais de forma autônoma, preservando a identidade da marca.

Mayara Crema, gerente de Marketing, ressalta que o foco não era criar mais conteúdo com a Inteligência Artificial, mas sim amplificar uma estratégia já estabelecida, fundamentada no contexto e na identidade organizacional. “A tecnologia pode ser a mesma para todos. O que gera valor real é a capacidade de traduzir a essência do negócio em inteligência aplicada”, enfatiza.

A automação do tratamento de dados pós-evento também trouxe avanços significativos. A otimização do tempo, a padronização e a redução de erros transformaram a base de dados em um recurso confiável para as etapas subsequentes.

Monique Ávila, coordenadora de Marketing, destaca que o verdadeiro ponto de virada foi a mudança de perspectiva em relação aos dados, passando a compreender a jornada completa do cliente. Essa nova visão possibilitou a geração automática de insights de priorização comercial, com a classificação de leads de acordo com seus perfis.

Mayara acrescenta que a experiência interna resultou na criação de uma metodologia aplicada atualmente na empresa. Ela acredita que quanto maior a clareza estratégica e a maturidade das informações que alimentam a solução, maior será a capacidade de produzir respostas relevantes, apoiar decisões e gerar resultados consistentes.

“No começo, a gente usava IA como produtividade. Hoje, a gente usa como inteligência de negócio”, resume Monique. Ela ressalta que a governança, baseada em controle de permissões, curadoria de fontes e revisão humana, é fundamental para escalar o uso da IA de maneira segura e confiável.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *