STF realiza sessão com restrição à imprensa e análise minuciosa de celular
STF implementa medidas rigorosas de segurança para julgamento especial
O Supremo Tribunal Federal (STF) adotará um esquema especial de segurança para o julgamento programado para esta terça-feira. A Esplanada dos Ministérios estará fechada na altura das bandeiras, e o acesso ao Plenário será restrito.
Celulares deverão permanecer desligados e lacrados durante toda a sessão. Apenas pessoas previamente autorizadas pelo Cerimonial do Supremo poderão entrar no Plenário, com acesso controlado pela Polícia Judicial.
Todos os pontos de entrada contarão com portais detectores de metais e equipamentos de raio X, garantindo que todos os participantes passem por uma inspeção de segurança rigorosa.
Antes de acessar o Plenário, o público receberá sacolas de segurança com lacre para guardar os celulares, que deverão permanecer desligados e dentro das embalagens durante o julgamento.
Silêncio no Plenário
Regras específicas de comportamento serão implementadas. Não será permitido consumir ou levar alimentos e bebidas para o Plenário, e manifestações de qualquer natureza estarão proibidas durante a sessão.
Os presentes deverão manter silêncio absoluto para não interferir no andamento do julgamento, assegurando um ambiente propício para a deliberação dos ministros.
Imprensa de fora
Jornalistas credenciados terão acesso à marquise do prédio do STF a partir das 7h, onde o Tribunal montará uma estrutura com telões, cadeiras e mesas para acompanhamento da sessão.
Setoristas já cadastrados para a cobertura cotidiana do Supremo poderão utilizar o Comitê de Imprensa, desde que apresentem o crachá de identificação.
Relembre
A tensão no STF aumentou devido a decisões e investigações ligadas ao caso Banco Master, envolvendo procedimentos sob relatoria de um dos ministros. Acusações foram levantadas, e a situação se intensificou com o levantamento de sigilo de parte da investigação.
As investigações revelaram contatos entre figuras-chave e levantaram questões sobre a condução das diligências, gerando um ambiente de conflito interno. O presidente do STF interveio, centralizando informações e suspendendo decisões conflitantes que poderiam levar a tumultos processuais.
Uma sessão extraordinária foi convocada para analisar pedidos de nulidade de relatórios e reavaliações de investigações, ressaltando a gravidade da situação e a necessidade de uma abordagem coesa e ordenada.
As discussões sobre o caso continuaram a se intensificar, com pedidos de acesso a documentos e informações cruciais, refletindo a complexidade e a seriedade do cenário atual no STF.