Trump divulga íntegra de documentos sobre eleições nos EUA

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Governo dos EUA divulga documentos sobre fraudes eleitorais e vulnerabilidades no sistema de votação.

O governo dos Estados Unidos, sob a administração do ex-presidente Donald Trump, divulgou uma série de documentos que visam evidenciar fraudes nas eleições presidenciais de 2020. A liberação ocorreu em 16 de julho de 2026 e inclui informações sobre supostas vulnerabilidades cibernéticas e a possibilidade de interferência chinesa.

Os arquivos foram organizados em quatro pastas distintas, contendo relatórios sobre falhas em sistemas de votação eletrônica e exposição de dados de milhões de eleitores a agentes externos. A administração argumenta que houve uma supressão de informações por parte de agências de inteligência, que teriam ocultado falhas no sistema democrático.

Entre as reformas propostas pelo governo estão a exigência de identificação do eleitor para aumentar a segurança nas próximas eleições. A administração Trump alega que os sistemas de votação nos Estados Unidos são vulneráveis a ataques de potências estrangeiras, incluindo Rússia, China, Irã e Coreia do Norte.

INTERFERÊNCIA CHINESA

Os documentos afirmam que a China teria realizado o maior comprometimento de dados eleitorais da história, acessando ilegalmente informações de 220 milhões de eleitores americanos, incluindo nomes, endereços e preferências partidárias. O governo também alega que informações sobre essa interferência foram ocultadas por integrantes das agências de inteligência.

SISTEMAS VULNERÁVEIS

Segundo os relatórios, a administração Trump tinha conhecimento das falhas nos sistemas de votação desde 2020, mas não as divulgou ao público. Os documentos alertam para a possibilidade de manipulação digital de resultados eleitorais, citando o regime de Nicolás Maduro na Venezuela como um exemplo de riscos que também poderiam afetar as eleições nos EUA.

MICHIGAN

Os arquivos indicam que houve fraude em larga escala em Michigan, onde uma organização de mobilização de eleitores teria recrutado pessoas para assinar formulários em nome de outros, entregando registros falsos em troca de recompensas. A administração atual é acusada de atrasar investigações relacionadas a essas alegações.

NÃO-CIDADÃOS NAS LISTAS

Um levantamento do Departamento de Segurança Interna identificou aproximadamente 278 mil pessoas sem cidadania americana registradas para votar. O governo alega que o número real pode ser ainda maior, e que estados governados por democratas se recusaram a compartilhar dados para uma análise mais abrangente.

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