Trump refuta alegações sobre falta de munições nos Estados Unidos
Presidente americano reafirma robustez do arsenal e promete investigar vazamentos sobre estoques de munições.
O presidente dos Estados Unidos afirmou que o país possui “quantidades enormes” de munições, destacando que novas remessas estão sendo produzidas e enviadas conforme a necessidade do momento. Essa declaração foi feita em uma postagem nas redes sociais, onde ele enfatizou a capacidade de resposta do arsenal americano.
Em uma reunião recente, o presidente expressou preocupações com a possibilidade de escassez de mísseis, questionando seu secretário de Guerra sobre a falta de informações sobre os níveis de estoques durante o conflito com o Irã. O diálogo entre eles foi descrito como tenso, com o presidente acreditando que a situação das munições já estava sob controle.
A falta de mísseis guiados de longo alcance e interceptadores de defesa aérea foi citada como um fator que influenciou a decisão de Trump de não realizar novos ataques em grande escala contra o Irã. Ele mencionou ter autorizado um ataque significativo, que foi posteriormente cancelado, enquanto considerava a possibilidade de negociações na região do estreito de Ormuz.
O secretário de Guerra foi responsabilizado por não manter o presidente devidamente informado sobre a situação dos estoques. No entanto, a Casa Branca negou que tal conversa tenha ocorrido, reafirmando a confiança do presidente em seu secretário. O Pentágono também refutou as alegações de que houve engano ou culpa direcionada a outros membros da equipe.
Relatos indicam que o Exército dos Estados Unidos tem utilizado uma quantidade significativa de seus mísseis táticos e de ataque de precisão, com estimativas sugerindo que cerca de 65% dos interceptadores Patriot foram empregados e que houve uma redução considerável no estoque de outros sistemas de defesa.
Na mesma postagem em que abordou a situação do arsenal, o presidente também anunciou que tomará medidas rigorosas contra os responsáveis pelos vazamentos de informações, prometendo buscar punições severas para aqueles que divulgarem dados confidenciais.