Zucco encerra visita à Movelsul e ressalta importância da indústria para o Rio Grande do Sul

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Luciano Zucco visita Bento Gonçalves durante a Movelsul Brasil 2026.

O candidato ao governo do Rio Grande do Sul, Luciano Zucco (PL), esteve presente em Bento Gonçalves na tarde de quinta-feira, 20, para o encerramento da Movelsul Brasil 2026. Ao chegar ao Parque de Eventos, ele concedeu uma entrevista e percorreu os pavilhões da feira acompanhado por sua comitiva.

Com laços familiares na Serra Gaúcha, Zucco expressou sua conexão pessoal com a cidade e o setor moveleiro. Ele mencionou que familiares atuam na área e que sua participação na Movelsul é parte de uma trajetória que acompanha há anos.

“Eu estou em casa”, declarou o candidato, enfatizando sua ligação com a região. Ele também destacou a importância de participar da feira pela primeira vez como candidato ao governo estadual.

Indústria como prioridade

Durante a entrevista, Zucco defendeu que o Estado deve prestar mais atenção ao ambiente de negócios e aos setores produtivos. Para ele, o comércio e a indústria devem ser centrais na estratégia de desenvolvimento econômico do Rio Grande do Sul.

Ele citou como exemplos os estados de Santa Catarina e Paraná, que, segundo sua análise, têm priorizado agendas voltadas para o crescimento econômico.

“O Estado precisa sair da agenda fiscal só de pagar boleto bancário para o governo federal e crescer”, afirmou.

Zucco classificou o setor moveleiro como estratégico para a economia gaúcha, ressaltando sua capacidade de gerar atividade econômica e empregos.

Taxação dos Estados Unidos

Outro ponto discutido na entrevista foi a taxação de produtos brasileiros pelos Estados Unidos. O candidato criticou essa medida e defendeu uma abordagem diplomática para buscar uma renegociação.

Segundo Zucco, o Brasil precisa adotar uma postura mais ativa em relação às tarifas impostas pelos norte-americanos, especialmente considerando os impactos em diversos setores econômicos do Rio Grande do Sul.

“A gente não pode ser anão diplomático. A partir do momento que acontece uma taxação, temos que ter também o protagonismo de sentar numa mesa de negócios para poder renegociar essa taxação”, declarou.

Ele enfatizou que a questão não afeta apenas o setor moveleiro, mas também outras áreas da economia gaúcha e brasileira, defendendo uma atuação baseada em “diplomacia responsável” para enfrentar o cenário.

Após a entrevista, o candidato seguiu para os pavilhões da Movelsul, onde visitou empresas e conheceu as atividades apresentadas durante o último dia da feira.

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