Ana Cristina Viana é a nova comandante do INSS
Troca no comando do INSS: Ana Cristina Viana Silveira assume presidência com foco em melhorias nos processos.
O Ministério da Previdência Social anunciou a nomeação de Ana Cristina Viana Silveira como nova presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Ela substitui Gilberto Waller, que esteve à frente da instituição nos últimos 11 meses.
Ana Cristina, servidora de carreira, terá como missão acelerar a análise de benefícios e simplificar os processos internos do INSS. A escolha reflete uma estratégia para melhorar a eficiência e a qualidade do atendimento aos segurados.
Formada em direito, Ana Cristina ingressou no INSS em 2003 como Analista do Seguro Social. Antes de sua nova função, ocupava o cargo de secretária executiva adjunta no Ministério da Previdência Social.
Além de sua experiência no INSS, Ana Cristina presidiu o Conselho de Recursos da Previdência Social (CRPS) de abril de 2023 a fevereiro de 2026, onde sua gestão resultou na duplicação da capacidade de análise de recursos.
O ministério destacou que a escolha de uma servidora com uma visão abrangente do fluxo previdenciário marca um novo momento para a instituição. O foco será na redução do tempo de espera e na melhoria da qualidade do atendimento aos segurados.
O ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, expressou agradecimentos a Waller por sua contribuição e deu boas-vindas a Ana Cristina. Ele também ressaltou a importância de ter uma mulher na alta cúpula do órgão, que já conta com quatro diretoras.
O ministro afirmou que Ana Cristina possui o perfil ideal para liderar essa nova fase, alinhada à determinação do presidente Lula de eliminar filas e garantir que nenhum brasileiro fique para trás, além de entregar a liderança do Instituto nas mãos de seus próprios servidores.
Gilberto Waller, que assumiu o INSS anteriormente, foi nomeado após a demissão de Alessandro Stefanutto, em decorrência da Operação Sem Desconto da Polícia Federal, que expôs um esquema de fraudes no órgão entre 2019 e 2024, envolvendo descontos indevidos em contribuições de aposentados e pensionistas.
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