CCRS expande sua presença no Festival do Clube de Criação em São Paulo
CCRS se destaca no Festival do Clube de Criação em São Paulo
O Clube de Criação do Rio Grande do Sul (CCRS) ampliará sua presença no Festival do Clube de Criação, programado para os dias 17 e 18 de outubro, no Memorial da América Latina, em São Paulo. Com a participação de oito integrantes, a entidade também produzirá um minidocumentário que destacará talentos gaúchos, em colaboração com a Ilha Crossmídia e o Studio Prohub. Esta será a 14ª edição do festival, que contará com palestras, debates, avaliações de portfólio e premiações.
O conselheiro e cofundador do CCRS enfatizou a importância da presença do Estado, que reunirá profissionais de agências e estudantes de universidades gaúchas. Além disso, há trabalhos inscritos para a premiação, o que demonstra o engajamento da comunidade criativa local.
Momento de consolidação e ampliação
Além do cofundador William, a comitiva do CCRS inclui Alessandro Carlucci, da HOC; Beto Lopes, da Escala; Felipe Galvão, da Pé Grande Animation; Louise Peres, da PUCRS; Mauro Paz, da Design Bridge and Partners; Rodrigo Oliveira, do O Clube; e Taise Kodama, da Gad. Este grupo representa um aumento significativo em relação a 2025, quando apenas três membros participaram do evento.
No ano passado, o CCRS tornou-se sócio corporativo do Clube de Criação, marcando o início de uma relação mais próxima. A participação nesta edição é vista como uma oportunidade para fortalecer essa parceria e aumentar a interação do mercado gaúcho com profissionais de outras regiões. “A troca de experiências e a formação de novas parcerias são fundamentais, especialmente em um centro como São Paulo”, afirmou William.
Protagonismo gaúcho
Uma das conexões mais relevantes estabelecidas em 2025 foi com a produtora paulista Ilha Crossmídia, que colaborará no projeto audiovisual junto ao Studio Prohub. Além do minidocumentário, a iniciativa incluirá vídeos curtos que mostrarão a produção de profissionais do Rio Grande do Sul e de gaúchos que construíram suas carreiras em outras partes do Brasil.
A expectativa é que essa participação amplie a visibilidade da entidade e mantenha relações próximas com os participantes do festival. “Essas oportunidades são cruciais para o desenvolvimento do mercado criativo do Rio Grande do Sul e para valorizar os talentos locais, tanto os que permanecem aqui quanto os que migraram para outras regiões”, ressaltou William.
Para ele, é essencial oferecer mais espaço e reconhecimento aos profissionais gaúchos: “É hora de dar protagonismo à nossa gente”.