China se destaca como líder em execuções por pena de morte em 2025

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Relatório revela aumento alarmante nas execuções judiciais em 2025.

Um novo relatório da Anistia Internacional aponta que 17 países aplicaram a pena de morte, com um aumento de 78% nas execuções em comparação a 2024.

A China continua a ser o país com o maior número de execuções, embora os dados específicos não sejam divulgados devido ao sigilo imposto pelo governo. Estima-se que milhares de condenações e execuções tenham ocorrido ao longo do ano no país.

O total global de execuções judiciais atingiu pelo menos 2.707 em 2025, um aumento significativo em relação às 1.518 registradas no ano anterior. Este é o maior número de execuções contabilizado pela organização desde 1981.

A Anistia Internacional elabora suas estimativas com base em uma variedade de fontes, incluindo decisões judiciais, informações oficiais, relatos de advogados e familiares de condenados, além de reportagens da mídia e dados de organizações da sociedade civil.

O uso da pena de morte na China é frequentemente associado a mensagens políticas, servindo como um mecanismo para demonstrar a intolerância do governo a ameaças à segurança pública e à estabilidade social.

Os métodos de execução variam entre os países, incluindo decapitação, enforcamento, injeção letal, fuzilamento e asfixia por gás nitrogênio. A Anistia ressalta que os números apresentados representam o mínimo confirmado e não refletem a verdadeira magnitude das execuções em todo o mundo.

O relatório destaca a urgência de um debate global sobre a pena de morte, enfatizando a necessidade de proteção dos direitos humanos e a revisão das leis que permitem tal prática em vários países.

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