Debate da Band entre Lula e Flávio contará com confronto livre de 30 minutos
Debate entre Lula e Flávio Bolsonaro promete confrontos diretos e análises em tempo real
O debate presidencial entre Lula e Flávio Bolsonaro ocorrerá no domingo (18) em São Paulo, com um formato que promete intensos confrontos diretos.
Este será o primeiro encontro entre os dois candidatos, que se enfrentarão em um programa dividido em três blocos. A mediação ficará a cargo dos âncoras Eduardo Oinegue e Adriana Araújo, que também farão as perguntas iniciais.
No primeiro bloco, cada candidato receberá uma pergunta dos âncoras, seguida de 30 minutos de debate livre entre eles. O segundo bloco seguirá um formato semelhante, com perguntas dos apresentadores e um candidato questionando diretamente o outro. O terceiro bloco repetirá essa dinâmica e encerrará com as considerações finais de cada um.
Um sorteio definiu que Flávio Bolsonaro ficará à esquerda e Lula à direita durante o debate. A transmissão começará às 20h e deve durar cerca de duas horas, sendo exibida por diversas plataformas do Grupo Bandeirantes e por um pool de outras emissoras.
A participação de ambos os candidatos está confirmada. Flávio Bolsonaro anunciou sua presença em um vídeo nas redes sociais, depois de uma declaração anterior que levantou dúvidas sobre sua participação. Ele afirmou que sua primeira declaração foi uma estratégia para forçar a confirmação de Lula.
Flávio pretende confrontar Lula ao vivo e contestar suas declarações durante a campanha. Vale lembrar que nenhum dos dois participou de debates no primeiro turno, com Flávio alegando que a ausência de Lula tornava um confronto direto inviável.
Os dois candidatos disputam o segundo turno após Flávio terminar a primeira fase da eleição com 47% dos votos, contra 45% de Lula. O último debate do segundo turno está agendado para a sexta-feira (23) na TV Globo, e Flávio ainda está avaliando sua participação nesse encontro.
Além do debate, novas informações surgem sobre questões financeiras envolvendo Flávio Bolsonaro. Um delator afirmou que não teve contato com autoridades políticas na operação que envolveu remessas financeiras, e tentou recuperar um investimento ao descobrir o destino do dinheiro.